Fenômeno Azul
Fenômeno Azul

O presidente Fábio Bentes falou sobre as estimativas de perdas de bilheteria neste período de pandemia. Segundo ele, o Leão teria lucrado cerca de R$ 3 milhões na reta final do Campeonato Paraense e na Série C. Um montante que, provavelmente, pagaria 6 folhas salariais.

O clube ainda tentou a venda de ingressos virtuais (simbólicos), mas a resposta dos torcedores foi pífia.

Mesmo sem a fonte fundamental da venda de ingressos, o Remo vem honrando compromissos, graças à criação de novas fontes e à redução dos custos.

A parceria com o Banpará teve incremento no patrocínio para o Campeonato Brasileiro, que passou de R$ 300 mil para R$ 1,5 milhão.

Agora vem o contrato do “naming rights” (que vai incluir “Banpará” no nome do estádio Baenão), cujo valor ainda não foi divulgado, mas será muito significativo para as finanças do clube. Esses são ganhos que vão perdurar no pós-pandemia.

O Remo teve êxito também com ações de marketing que vão se repetir, como as séries especiais de camisas, sempre bem aceitas pelo público. Melhor ainda se conseguir o acesso à Série B, cujas cotas de TV estão em R$ 750 mil por mês.

Wallace

Com o contrato renovado até o final de 2021, Wallace pode ficar livre do Leão aos 21 anos. Excelente para o atacante! O Remo “se dá por feliz” em tê-lo por mais uma temporada.

O Leão repetiu com o atacante Wallace o erro cometido no caso do lateral-direito Rony, ao colocar o produto na vitrine antes de tratar do vínculo.

Wallace já poderia firmar pré-contrato com qualquer clube. Menos mal que preferiu fazer um novo contrato, apesar de curto.

Coluna de Carlos Ferreira, O Liberal, 18/10/2020

12 COMENTÁRIOS

  1. E o Hélio Borges e o pingo e outros da base que estão no elenco,espero que façam um longo contrato com uma boa multa em caso de interesse de outro clube.

  2. A trapalhada com o Wallace é efeito da incompetência da direção de futebol que fizeram o Remo perder o jogador para agente de futebol oportunista. O Dirson Medeiros e Kila se comportam como amadores, não mostram qualificações de gestão para ocuparem cargos tão importantes para o clube.

    Parabéns ao presidente Fábio Bentes com sua equipe financeira e de marketing em honrar os salários em dia e pelas ações promocionais bem sucedidas para entrada de receitas ao clube em momento crítico de pandemia.

  3. Lá vai o Wallace sair por 600 mil. Hoje no futebol é mixaria. Ano passado perderam o Roni. Não aprenderam a lição.
    Isso é amadorismo. O CRB construiu um CT com dinheiro da venda do Firmino. O Remo vende por migalhas os seus talentos. Será que já é o Hércules que está empresariando o Wallace?

  4. O tempo passa e essa avacalhação em relação a base é a mesma é necessário valorizar esses garotos Fábio Bentes não permita que diretores incompetentes sacaneie com sua gestão e necessario fazer um bom contrato com esses meninos e se precaver desses empresários oportunistas.

  5. O Carlos Ferreira escreveu exatamente o que venho dizendo ao saber desta situacao do Wallace. So podemos colocar um menino desses no banco do profissional com contrato de no minimo 3 anos. Esses meninos recebem muito pouco. Isso nao vai onerar a folha.

    Em relacao a perda financeira, o Helder pode estar dando todas as mancadas do mundo neste momento de pandemia, mas uma coisa eh fato, ele esta “quebrando o galho” dos clubes do estado. Perda foi de R$1,8M, nao de R$3,0M, pois nao teriamos esses incentivos do governo em uma situacao normal.

    Obs: Agora esta claro como o Remo esta conseguindo honrar seus compromissos. Nao sabia deste acrescimo na ajuda do governo de R$ 1,2M.

  6. Difícil é pegar o Remo na situação que estava e conseguir equilibrar as finanças e conseguir resgatar credibilidade do Clube. Antes era todo tempo na imprensa noticias de atraso nos salários, leilões para pagamento de dívidas, jogadores não queriam vir pela fama do caos financeiro do Remo e de mau pagador. Não concordo com a matéria quando diz que o Remo errou na renovação. São inúmeras as promessas da base que não se confirmam no profissional, só para lembrar, assim como tem o exemplo do Roni tem o exemplo do Hélitom. Então não pode fechar com um atleta no maior patamar dentro dos limites do clube, que por sua vez também tem seus limites dentro de uma administração responsável onde estava ou está em jogo até a sobrevida do clube. Atualmente é praticamente inevitável a saída de valores da base que se destacam, principalmente pelo assédio de empresários e pelas legislações esportivas que pautam as relações clube/jogador de futebol. Acho que a torcida Azulina deveria ter a sensibilidade suficiente para perceber a boa gestão que se tem atualmente no clube e a decorrente boa campanha do Clube no campeonato mesmo com todas as dificuldades da conjuntura. A propósito assisto todos os jogos que passam na DAZN que interessam ao Remo e ontem no empate do Vila o locutor soltou a informação, que não tinha saído, salvo engano, em nenhuma imprensa local, sobre dois meses de atraso de salário do time lá do outro lado da Almirante. Nada temos com isso. Mas, isso demonstra pelo silêncio da imprensa que de fato as coisas conspiram contra o Remo, porque se fosse o contrário estariam todos os dias em todos os horários dos jornais na tv, radio, e escrita sobre a situação. A ocasião, na minha opinião, é do torcedor está fechado com Remo. É torcer, porque o Remo está fazendo a boa competição e com a energia positiva do Fenômeno Azul chegaremos ao acesso para B. É torcer e torcer.

    • É isso aí Jamil. A administração do Presidente Fábio Bentes é muito correta.

      Gerir um clube em cima de orçamentos milionários de série A, é facil. Agora, numa pindaíba de série C, é que a “porca torce o rabo”.

      Manter os salarios em dia, é uma tarefa hercúlea, ou melhor dizendo, um esforço “Fabiano”. O LEÃO AZUL está de parabéns.

      Já, a mucurinha, está enrolada. Deixa ela pra lá. O imprensa acoberta, porque é listrada.

      Quanto ao torcedor do FENÔMENO AZUL, porra, tem que contribuir. Tem de adquirir o “Ingresso Virtual”, tem que se associar ao NAÇÃO AZUL.

    • Concordo 100%!!! Fazer contratos pra prender “jóias” tem um custo, que até onde eu sei, o Remo não pode pagar… O foco é pagar as dívidas e subir para a série B (nessa ordem). Depois a gente pensa em estruturar a base e por consequência o clube.

  7. Na verdade, os problemas com jogadores de base é nacional e no Remo é ainda pior por conta do amadorismo. Falta uma lei a nível de FIFA que obrigue o reçarcimento aos clubes formadores com um percentual bem maior na venda de jogadores, o que ao meu ver, deveria ser de 30 a 50% do valor da transação.

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