A contratação de Léo Condé foi confirmada nesta quarta-feira (04/03) pelo Remo, quando já surgia um clima de dúvida a respeito do acerto. Não muda a desconfiança criada junto à torcida com o atraso na apresentação, definida para esta sexta-feira (06/03).
Por razões mais do que óbvias, os azulinos receiam que os efeitos da pífia atuação no primeiro clássico não sejam totalmente superados para o duelo final. A demora na chegada do técnico, provocada por motivos particulares, deixou o elenco sob o comando de auxiliares.
É de conhecimento até do “Leão de Pedra” do Baenão que deixar a definição do time nas mãos de subalternos é uma temeridade. Ainda mais quando o compromisso em vista coloca em jogo um título estadual de extrema importância para os dois times.
Conquistar o Parazão é praticamente uma obrigação para o Remo no ano iluminado da volta à Série A nacional. Representa um feito histórico e tem um simbolismo que só os muito distraídos não percebem.
De qualquer maneira, a chegada do novo treinador vai trazer um astral diferente, principalmente após a caótica passagem de Juan Carlos Osorio.
O perfil pragmático de Léo Condé combina com o momento do clube. É fundamental que o novo comandante eleja a simplicidade como item prioritário na formatação do time. Nada de experimentações inúteis e variações táticas incompreensíveis, que confundiam até os jogadores.
O Remo para o desafio diante do maior rival tem que buscar força e motivação na qualidade do elenco, reconhecidamente superior no aspecto técnico, mas que até o momento não gerou um time competitivo.
Blog do Gerson Nogueira, 05/03/2026



A responsábilidade tbm é dos jogadores de estarem motivados e c9m gana na vitória assim a mucura venceu nós podemos vencer e de forma primaz…
Olha o plantel dos catas e o nosso é melhor só estava confuso com o maluco do ósorio