Rony
Rony

A caminho de Curitiba (PR) para mais uma temporada com a camisa do Athletico (PR), o atacante Rony continua com a postura humilde que sempre o caracterizou desde quando surgiu para o futebol, em meados de 2014.

Rony estourou no Clube do Remo, fazendo a diferença em clássicos decisivos contra o Paysandu, em meio as temporadas de 2014 e 2015. Porém, saiu do clube em litígio depois que a torcida invadiu um treinamento no Baenão e o atleta foi umas das principais vítimas.

Desde então, passou por Cruzeiro (MG), Náutico (PE), Albirex Niigata (Japão) e Athletico (PR). Rodou, adquiriu experiência e consolidou a sua velocidade à habilidade e conceitos táticos. É, de fato, um jogador mais maduro.

Na última rodada da Série A de 2018, fez um golaço em pleno estádio Maracanã, contra o Flamengo (RJ). O jogador paraense terminou a temporada sendo campeão da Copa Sul-Americana pelo Furacão, mas deixou claro o carinho que ostenta pelo Remo e pela torcida.

“Minha preferência é pelo Remo. Sempre me perguntam se voltaria e sempre digo que comecei no Remo e pretendo terminar no Remo. Quero encerrar minha carreira aqui no Pará e, de preferência, no clube que fui revelado, para sentir novamente o carinho da torcida que teve comigo”, revelou.

É um momento especial para o garoto de 23 anos, oriundo do município de Magalhães Barata, já disputará sua primeira Taça Libertadores da carreira.

“Quero fazer grandes campeonatos, principalmente, focado na Libertadores, que vai ser minha primeira. Espero estar crescendo na minha carreira para que 2019 a gente possa terminar o ano bem, com títulos e, pessoalmente, estar fazendo história no clube”, disse.

A sensação de ter obtido um título internacional, da Copa Sul-Americana de 2018, quando atuou nos jogos finais, o credencia a querer sempre mais.

“Foi muito bom, é uma felicidade imensa, não sei nem como explicar”, comentou.

Rony também falou a mudança no comando técnico do Athletico (PR), que teve momentos ruins com o técnico Fernando Diniz, mas se recuperou com com o substituto Tiago Nunes.

“Ele deu confiança para cada jogador, porque o ano não foi fácil. Estávamos na zona de rebaixamento quando cheguei e, graças a Deus, o time foi crescendo. A gente conseguiu vitórias dentro de casa e terminamos o ano com um título que é de suma importância”, concluiu.

O Liberal.com, 13/01/2019

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