Fábio Bentes
Fábio Bentes

A queda de um pedaço do reboco do teto do Mangueirão preocupou a diretoria do Remo, clube que manda seus jogos no estádio, já que o Baenão passa por reformas. O presidente azulino Fábio Bentes disse não ter um “plano B” em caso de interdição.

Sem o “caldeirão” azulino, o Remo não possui praça esportiva para mandar seus jogos e o presidente do Leão reconhece as dificuldades do clube em achar um local, caso o Mangueirão seja interditado pelos órgãos de segurança.

“Já encaminhamos nossa diretoria de segurança para verificar a real situação e estão em comunicação com os órgãos competentes. Entendo que tenha que verificar, pois a segurança do torcedor está em primeiro lugar, mas hoje não teríamos um ‘plano B’ para jogos. Isso sem dúvida nenhuma só reforça a importância do Baenão, mas só teremos nosso estádio lá por maio ou junho. Antes disso, precisamos muito ter a opção do Mangueirão para jogar”, disse Bentes.

“Vamos aguardar a posição dos órgãos competentes, pois não adianta sofrermos por antecipação, mas os jogos de mando do Remo, por exemplo, e o próprio Re-Pa, não teriam local para serem jogados”, frisou.

O Remo estreia no Parazão 2019 no dia 20/01, contra a equipe do Tapajós, às 16h. O diretor de competições da Federação Paraense de Futebol (FPF), Paulo Romano, garante que o jogo está mantido.

Romano confirmou que esteve em reunião com administração do Mangueirão e que os reparos já estão sendo providenciados por uma empresa. Segundo o diretor, caso a obra não seja feita a tempo, parte da área do lado A (torcida do Remo) será isolada.

“Estive em uma reunião com membros da administração do estádio e, em seguida, fomos lá averiguar os problemas. Não é uma coisa que venha a interditar todo o Mangueirão. Fui lá dar uma olhada e o que nos repassaram foi que uma junta de dilatação se desprendeu, mas isso requer cuidados”, disse.

O Liberal, 09/01/2019

6 COMENTÁRIOS

  1. O principal quebra cabeça é como vender 35.000 bilhetes já que uma parte do Mangueirão poderá ser interditada, neste caso o número de bilhetes será reduzido para 25.000 ou menos. Muitos Azulinos já compraram sua entrada para o Duelo de 20/01/2019. Eu gostaria de lembrar que 25.000 ingressos é muito pouco porque no Jogo de abertura do Parazão 2018, foram 30.000 bilhetes, como resolver isto é um quebra cabeça muito grande, no dia vai ter cambista vendendo o bilhete do Duelo até por R$ 100,00.

  2. Na verdade a revitalização de um Estádio do Tamanho do Evandro Almeida, ainda vai demorar pelo menos 4 meses. Mesmo na hipótese da rede bancária liberar recursos da ordem de R$ 700.000,00 para conclusão da Obra através da Construtora com Juros baixos e o pagamento ao Banco em 20 parcelas a serem pagas com a entrada dos recursos da venda da camisa do Leão de Pedra. A revitalização é demorada porque é feita com todo cuidado seguindo um caminho crítico de serviços que por mais perfeito que seja ainda deverá demorar pelo menos mais 4 a 5 meses. Como a montagem dos equipamento de preparação Física e das Torres de iluminação não interferem no caminho crítico da revitalização o Estádio poderia receber o aporte de recursos da rede bancaria e seria reinaugurado com todos os seus elementos no final de maio. Está Hipótese poderá entrar em ação conforme decisão superior do Leão no caso do Governo do Estado do Pará suspender jogos no Mangueirão no segundo semestre de 2019 para reforços Estruturais ou grande reforma no Estádio Estadual.

  3. Já que o governador vai apoiar o campeonato paraense, seria bom o presidente Fábio Bentes pedir uma ajuda pro Hélder Barbalho concluí as obras do baenão.

  4. Dizem que o Dr. Hélder Barbalho é mais Remista do que Payssadú. Como o Clube do Remo é um Patrimônio futebolístico do Pará, o nosso Governador poderia comprar sua camisa do leão de Pedra e fazer uma visita no Evandro Almeida para ver o quanto a Obra já avançou.

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