Zé Welison e Vitor Bueno – Foto: Samara Miranda (Clube do Remo)
Zé Welison e Vitor Bueno – Foto: Samara Miranda (Clube do Remo)

O Remo vai para o confronto com o Athletico (PR), neste domingo (24/05), às 16h, com a mesma volúpia que tem apresentado em campo nas últimas 5 rodadas da Série A. O vigor físico e a capacidade de resiliência explicam o rendimento de alta intensidade diante de adversários difíceis, exposto na forma exuberante dos laterais Marcelinho e Mayk.

Foi assim contra Botafogo(RJ), Palmeiras (SP) e Chapecoense (SC), com 2 triunfos, conquistados fora de casa, além de um empate com sabor de vitória dentro do Mangueirão diante do líder e melhor time do campeonato. Foram 3 resultados fundamentais para reabrir as esperanças azulinas de permanência na Série A.

Antes desses jogos, o sentimento era de apreensão absoluta entre torcedores e comissão técnica, principalmente depois das derrotas para RB Bragantino (SP) e Cruzeiro (MG). Na prática, renasceu a sensação de que o time comandado por Léo Condé é capaz de empreender uma reação e acumular os pontos necessários para permanecer na elite nacional. Para isso, era essencial ganhar as partidas.

O Remo vinha fazendo bons jogos, mas pecava nas finalizações e oscilava muito de um tempo para outro. Com as vitórias obtidas contra Botafogo (RJ) e Chapecoense (SC), Condé teve a confirmação de que o time que formatou está de fato apto a competir de igual para igual com qualquer outro adversário.

A base, obviamente, é o entrosamento que o Remo não tinha desde que foi treinado pelo exótico Juan Carlos Osorio, avesso à ideia de repetir escalações. Pois nas últimas 3 partidas, o Remo manteve o mesmo time, o que garantiu confiança ao grupo de jogadores e capacidade de reagir a surpresas dentro de um jogo. Só o entendimento em campo pode permitir buscar forças para ir atrás de uma virada, como na virada sobre os catarinenses, dentro da Arena Condá.

Sem entrosamento mínimo, uma equipe de futebol simplesmente não existe. Não compete, não tem força de ataque e nem segurança defensiva. Condé é responsável direto por este momento vivido pelo Remo que, a partir de agora, encara cada jogo como uma decisão.

Acumular pontos, de preferência com vitórias, passa a ser uma obrigatoriedade. O time de Odair Hellmann é um adversário valoroso, que vai botar à prova este Remo competitivo e intenso, até porque são virtudes que os paranaenses também apresentam. A questão é que, como no ano passado, na Série B, será um confronto duríssimo. Entretanto, também como naquela ocasião, o Leão tem plenas condições de sair vencedor.

Blog do Gerson Nogueira, 22/05/2026

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