Diego Hernandez – Foto: Samara Miranda (Clube do Remo)
Diego Hernandez – Foto: Samara Miranda (Clube do Remo)

A simples entrada de Diego Hernandez, o retorno de Zé Ricardo, o avanço de Vitor Bueno para o ataque e o deslocamento de Alef Manga para o lado esquerdo. Manga está sob cuidados médicos, mas vai jogar.

Essas parecem ser opções lógicas do técnico Léo Condé para substituir Jajá, que desfalca o time azulino contra o São Paulo (SP), por suspensão.

Com Diego Hernandez estaria mantida a estrutura e seria a cartada decisiva para o uruguaio ficar ou sair, já que o contrato está terminando.

Zé Ricardo potencializa as funções ofensivas do volante Patrick. Não por acaso, Patrick ficou inibido, inseguro, sem a proteção que o companheiro garante no sistema de marcação.

Experimentos

Além de todas as avaliações que já tinha, Léo Condé faz experimentações nos treinos, com base nas características do time adversário, para fechar a escolha do substituto de Jajá no ataque. Para o lugar do goleiro Marcelo Rangel, concorrência equilibrada entre Ivan Quaresma e Ygor Vinhas.

Especulações

Alguns nomes estão sendo especulados nos corredores do Baenão, enquanto o Remo se mexe no mercado para 4 ou 5 contratações. Entre eles, estão o zagueiro Igor Rabelo (Fluminense-RJ), os meias Zé Rafael (Santos-SP) e Gabriel Boschilia (Operário-PR) e os atacantes Everton Maceió (Portuguesa-SP) e Chico da Costa (Cruzeiro-MG), sendo este último o mais provável.

Despedida?

O jogo contra o São Paulo (SP) pode significar uma despedida para o uruguaio Diego Hernandez, cujo empréstimo junto ao Botafogo (RJ) está terminando. O Remo tem o direito de compra, em bases já negociadas, mas o que o atleta vem produzindo na Série A não justifica o alto investimento.

Coluna de Carlos Ferreira, O Liberal, 28/05/2026

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