A 1ª fase do Campeonato Paraense terminou com 36 partidas disputadas, revelando um Parazão marcado pelo equilíbrio, baixo número de goleadas e forte aproveitamento dos mandantes.
Ao todo, foram registrados 74 gols, com média geral de 2,06 por jogo. O resultado mais comum foi o placar mínimo de 1 a 0, repetido em 10 ocasiões.
As equipes que atuaram em casa levaram vantagem nesta fase, com 50% das vitórias sendo dos mandantes, contra 19% dos visitantes, além de 31% de empates.
Além disso, em relação ao número de gols, 69% dos jogos terminaram com menos de 3 gols, reforçando o caráter truncado e competitivo do torneio. Por fim, no quesito disciplinar, a média foi de 4,37 cartões amarelos por partida, com 0,37 expulsões por jogo.
Entre os destaques coletivos, o Capitão Poço e o Remo terminaram com os melhores ataques da fase classificatória, com 9 gols cada. Por sua vez, o Leão registra o maior número de empates (4) e único invicto da competição, com 6 jogos consecutivos sem perder.
Do outro lado, o Paysandu se destacou pela consistência defensiva, sofrendo apenas 4 gols, índice que lhe garantiu a melhor defesa, ao lado do Cametá.
A Tuna terminou com o pior ataque, apenas 3 gols marcados, enquanto o Amazônia Independente apresentou a defesa mais vazada, com 11 gols sofridos ao longo da competição.
Entre os jogadores, o atacante Sampaio, do time cametaense, é o artilheiro do campeonato, com 4 gols.
Melhores ataques
9 gols – Capitão Poço e Remo
8 gols – Cametá e Águia de Marabá
Melhores defesas
4 gols – Cametá e Paysandu
5 gols – Remo, Tuna, Castanhal e São Francisco
Piores ataques
3 gols – Tuna
4 gols – Castanhal, Santa Rosa e São Francisco
Piores defesas
11 gols – Amazônia Independente
8 gols – São Raimundo
Classificação final – 1ª fase
1º – Cametá – 11 pontos
2º – Capitão Poço – 10 pontos (3V, saldo +3)
3º – Paysandu – 10 pontos (3V, saldo +2)
4º – Águia de Marabá – 10 pontos (3V, saldo +1)
5º – Remo – 10 pontos (2V)
6º – Tuna – 9 pontos
7º – Castanhal – 8 pontos
8º – Santa Rosa – 7 pontos
9º – São Raimundo – 6 pontos (1V, saldo -2)
10º – Amazônia Independente – 6 pontos (1V, saldo -4)
11º – Bragantino – 5 pontos (1V, saldo -1, 6 GP)
12º – São Francisco – 5 pontos (1V, saldo -1, 4 GP)
Confrontos das quartas-de-final
Cametá × Santa Rosa
Capitão Poço × Castanhal
Paysandu × Tuna
Águia de Marabá × Remo
Rebaixados
Bragantino e São Francisco
Diário do Pará, 16/02/2026



O Remo, mesmo com esse time B e treinando pouco por causa de apenas um campo com elenco enorme, deveria ganhar o paraense. Mas a moleza dos jogadores está nitida. O único que está cavando um vaga no A é, mesmo com suas limitações, o Pavani. Não à toa ostenta a braçadeira, reclama, luta pra ganhar o jogo.
Os outros, nem antigos, nem novos, conseguem acertar o básico. Uma cara como o Carlinhos, alto, errar dois gols de cabeça e debaixo da trave (contra o São Francisco e ontem), é inacreditável, é um erro técnico. O Nico diante de time retrancado, não jogada nada, pois não sai da marcação, se enrola com a bola, só joga melhorzinho se tiver espaço. Enfim, é preciso reformular esse elenco.
O Parazinho é um Campeonato Político e Caça-níquel com finalidade apenas da Manutenção da FPF ( Falida Paraense de Futebol ) cujo presidente é um mucurento l. Tonhao está certo qdo detona e fala q os times tem prejuízo nesse Campeonato. Pq nao falava antes?, ou Pq aceita as imposições da FOF então?…Pq qdo tava na pindaiba o LEAO precisava desse Caca-niquel para sobreviver…Pq a FPF é chancelada pela CBF e campeonatos como a CV, CB e serie D e C passam pela FPF. Mas agora q o Remo está na A, tem q aproveitar aó máximo e aumentar seu cacifo político, aumentar seu poder de decisão, ser bem mais ativo nos bastidores…é a hora d mudar a chave.
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