Zé Welison e David Braga – Foto: Samara Miranda (Clube do Remo)
Zé Welison e David Braga – Foto: Samara Miranda (Clube do Remo)

A boa fase vivida pelo Remo, invicto há 3 rodadas no campeonato, permite projetar o ganho de 6 pontos nesta reta final de Série A, observando as possibilidades de vitórias sobre os próximos adversários, Athletico (PR) e São Paulo (SP), respecitamente, atuais 5º e 4º colocados.

Ambos estão em melhor situação na classificação, mas o Leão, na 18ª posição, tem se notabilizado por não esmorecer diante de nenhum oponente, seja dentro ou fora de casa.

Esta, por sinal, é a principal consequência do trabalho desenvolvido por Léo Condé no comando do elenco azulino. A confiança advinda da boa performance nos últimos jogos funciona como um doping positivo no aspecto mental, pronto a encarar qualquer desafio na competição.

A partir do momento em que alcançou a consistência desejada, o treinador passou a desfrutar de uma situação mais cômoda para escolher as peças que julga mais adequadas e capazes de se encaixar em seu modelo de jogo.

O time considerado titular caiu rapidamente no gosto – e na confiança – do torcedor, que tem a escalação na ponta da língua: Marcelo Rangel; Marcelinho, Marllon, Duplexe Tchamba e Mayk; Zé Welison, Patrick e Vitor Bueno; Yago Pikachu, Alef Manga e Jajá.

Além dos efetivos, Condé conta com reservas de bom nível, que normalmente entram no decorrer das partidas. Os laterais Matheus Alexandre e Braian Cufré, os volantes Leonel Picco, Zé Ricardo e Jaderson, o meia David Braga, além dos atacantes Diego Hernandez, João Pedro e Gabriel Poveda são alguns desses atletas. O volante Franco Catarozzi não tem sido relacionado e o centroavante Gabriel Taliari está em fase de recuperação.

Ao mesmo tempo, cabe observar que o centro da zaga é o ponto delicado da atual estrutura. Na hipótese de precisar substituir Marllon ou Tchamba, o técnico terá que recorrer a substitutos de nível questionável, como Léo Andrade e Tassano – Kayky, ao que parece, foi mesmo esquecido. Nesse sentido, a liberação de Klaus foi um erro de avaliação.

O fato é que o time foi moldado e armado para buscar resultados – e vem cumprindo essa premissa. Por isso, Condé explora ao máximo as características de seus jogadores – marcação, velocidade e força. O rendimento melhorou a partir do momento em que o condicionamento físico atingiu seu melhor nível.

É este Remo, confiante e encorpado, que vai para para cima do time paranaense, que está sem vencer há 4 rodadas, mas segue na parte de cima da tabela. Para os azulinos, mais um duelo a ser superado no esforço de recuperação dentro do Campeonato Brasileiro.

Blog do Gerson Nogueira, 23/05/2026

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