A derrota do Remo para o Athletico (PR), por 2 a 1, no Mangueirão, no domingo (24/05), seguiu repercutindo após o apito final. Além da atuação abaixo do esperado, os azulinos reclamaram bastante da arbitragem, principalmente após a expulsão de Jajá e o pênalti anulado com auxílio do VAR.
Um dos jogadores que falou de forma mais forte foi o zagueiro Marllon. O capitão azulino lamentou a queda de rendimento do Leão durante a partida e admitiu que o time deixou de competir após o bom início.
“Começamos a partida bem, mas depois dos 15 primeiros minutos baixamos muito as linhas, não colocamos nosso ritmo e no Campeonato Brasileiro a gente não pode baixar o ritmo. Levamos o empate, depois perdemos um companheiro e ficamos com um jogador a menos. No nível que jogamos, isso não pode acontecer. Acabamos levando a virada”, afirmou.
O Remo abriu o placar ainda no primeiro tempo com Jajá, mas viu o Athletico (PR) crescer na partida e buscar a virada, com o empate ainda no fim do primeiro tempo. A expulsão do atacante azulino, após revisão do VAR por gesto obsceno, mudou completamente o cenário do confronto.
Além da análise sobre o desempenho da equipe, Marllon também criticou diretamente a arbitragem e a revisão do árbitro de vídeo no lance do pênalti sofrido por Marcelinho, inicialmente marcado para o Remo e posteriormente anulado.
“No meu modo de ver, foi empurrão. O VAR, mais uma vez, acaba chamando o árbitro na nossa vez para tirar o pênalti. Tenho certeza que se fosse outra equipe, em outro lugar, não tirariam o pênalti, mas enfim, contra o Remo é mole! Temos que lutar contra tudo e contra todos”, disparou.
Com o resultado, o Leão retornou para a vice-lanterna da Série A, com 15 pontos conquistados em 17 jogos. A equipe volta a campo neste domingo (31/05), às 20h30, diante do São Paulo (SP), novamente no Mangueirão, pela última rodada antes da paralisação para a Copa do Mundo.
Estado do Pará Online, 25/05/2026


