Santos-SP 2×0 Remo (Leonel Picco e Gabriel Taliari) – Foto: Raul Martins (Clube do Remo)
Santos-SP 2×0 Remo (Leonel Picco e Gabriel Taliari) – Foto: Raul Martins (Clube do Remo)

Mesmo com a derrota por 2 a 0 para o Santos (SP), nesta quinta-feira (02/04), na Vila Belmiro, o técnico Léo Condé avaliou que o Remo teve postura competitiva na partida e buscou jogar de igual para igual, mesmo atuando fora de casa.

Segundo o treinador, a proposta inicial foi bem executada, principalmente na pressão sobre a saída de bola adversária, mas faltou eficiência nas finalizações.

“Viemos com a proposta de jogar também. Não poderíamos apenas marcar o Santos (SP). Conseguimos pressionar bem no início, mas não transformamos o volume em gols”, afirmou Condé, que também destacou os erros cometidos ao longo do jogo, especialmente na transição ofensiva.

“Pecamos na transição. Erramos nas tomadas de decisão e isso desgastou a equipe. O Santos (SP) aproveitou e, na qualidade individual, construiu o resultado”, analisou.

Na volta do intervalo, o técnico promoveu mudanças na tentativa de tornar o time mais ofensivo.

“Tiramos os 3 volantes e colocamos um meia (David Braga) para aproximar dos atacantes. Criamos mais possibilidades, mas não conseguimos converter”, disse.

Para ele, o segundo gol sofrido foi consequência da necessidade de se expor em busca do empate. Apesar do resultado negativo, Condé valorizou a entrega do grupo.

“A equipe lutou e competiu de igual para igual, mas eles aproveitaram melhor as oportunidades”, resumiu.

O treinador também reforçou que o momento da equipe exige paciência, destacando o processo de reformulação do elenco.

“Nossa equipe está em construção. Os jogadores ainda não se conhecem completamente e alguns atletas jovens estão em adaptação”, explicou.

Por fim, Condé ressaltou o nível de dificuldade da competição e as limitações enfrentadas pelo clube.

“Começamos um trabalho do zero, diferente de equipes que mantêm uma base e têm orçamento maior. Mesmo assim, temos feito bons jogos. Cada partida mostra pontos que precisam ser corrigidos”, concluiu.

O resultado manteve a equipe na última colocação da Série A do Brasileirão. Neste domingo (05/04), às 20h30, o Remo volta a campo, agora contra o Grêmio (RS), em Porto Alegre (RS).

O Liberal.com, 02/04/2026

11 COMENTÁRIOS

  1. Concordo com o Condó(do resultado), o Remo jogou bem, mas no esquema de jogo do Remo, precisamos de um bom preparo físico dos jogadores, e alguns jogadores ainda esta abaixo nesse quesito.No primeiro tempo o Santos teve 1 chute a gol…1…e fez o gol, gcas a uma falha técnica do Marllon, e no segundo tempo, o time cansou e não teve forças para reagir…mas mesmo assim equilibrou o jogo nesse tempo tb. Para vc ver,, os 2 duas perdidos na Copa chifrim poderia ter sido usado para melhorar um pouco mais o condicionamento físico dos atletas.

  2. Sabiamos que é mais dificil permanecer na A do que subir, entretanto nada está perdido faz parte perder ou vencer, o que náo pode acontecer é desanimar por derrotas ou e se empolgar por vitórias. O Clube deve ficar acima de derrotas ou vitórias. Se nossa torcida não desanimar o Leão poderá continuar na série A ou se cair para a B vai voltar para a A. O Clube grande e forte é assim com Torcida forte. vejam que o Flamengo trocou de técnico e está seriamente ameaçado de derrotas. Uma torcida que não se abala, sempre terá seu Time dando a volta por cima.

    • Exatamente Felipe Vilhena Senior!

      O Santos era favorito porque tem time melhor e dificilmente é batido na Vila, aproveitou as chances que teve e por isso venceu. Mas o Remo foi competitivo, teve o controle do jogo na maioria do 1º tempo, caiu um pouco a marcação no 2º tempo, e nos dois tempos perdeu as chances que teve para marcar, no final o placar poderia ter sido um empate.

      Mas não adianta jogar bem ou razoável, o que importa é pontuar sempre, preferencialmente ganhar os 3 pontos. O objetivo principal é conquistar os pontos necessários para se manter na série A, uma tarefa nada fácil para o Remo.

  3. Concordo com o Condé sobre erros na transição! Claro, entrou com o meio de campo errado, tinha que entrar com Welington, Zé Ricardo e Dayvid Braga e deixar de fora o Pico que deu show de passes errados e marcação equivocada.

  4. Alguém pode falar para os jogadores do Remo jogar bola. Hoje está fácil de ganhar, apenas todos se unir e jogar por dois. Vejo times menores da um sufoco nesse time grande e o remo 10 minutos bom e 80 ruim. Vamos colocar sangue dava para vence o Santos. Alef toca a bola.

  5. O cara comenta os erros de transição, parece até que não é ele o treinador, o sistema defensivo não treina posicionamento. O Santos só faltou entrar com bola e tudo e os zagueiros lentos e sem dar combate…mete o ca……nesses porras, quem tem pena deles, gica no lugar deles. Treinador só lábia!

  6. Pelo q vem se mostrando o Campeonato, Santos, Coritiba, Chapecoense, Mirassol, Internacional, até mesmo o Atlético Paranaense ( q só é forte em casa) l, e o Botafogo ( se nao se espertar ) , são os times do NOSSO canpeonato. São jogos q temos q ganhar de qquer maneira, são jogos de 6 pontos. Para fugirmos do Rebaixamento temos q focar nesses adversários e dos jogos q fazemos em casa.

    • Ei Djr, não funciona escolher clubes como “adversários para permanência na série A”, muito menos ter “bola de cristal” para adivinhar quais são eles, pois se trata de um campeonato longo e que alguns largam atrás e acabam entre os primeiros, já outros viram cavalos paraguaios.

      Para o OBJETIVO de, pelo menos, se manter na série A, vale mesmo é a META de conquistar a pontuação mínima necessária (em princípio 45 pontos), encarando cada partida como decisão, sempre buscando pontuar, comumente pelo menos empatar jogando fora e vencer quando o jogo é em Belém.

      O Remo tem 6 pontos no momento, faltam 10 jogos nesse 1º turno, ou seja, 30 pontos em jogo. Assim, preferencialmente, o Remo tem que buscar mais 16 ou 17 pontos para cumprir a primeira metade da meta de 45 pontos. Conquistar metas é o desafio e com essa métrica é possível sim o Remo ter sucesso na séria A.

      A questão é a comissão técnica e os jogadores terem esse princípio como propósito, encarnarem o espírito de equipe para uma realização de benefícios dos principais stakeholders (jogadores, comissão técnica, diretoria, Fenômeno Azul e o povo paraense em geral).

      As limitações são superaras quando a vontade de vencer é maior que os obstáculos do caminho.

  7. Treinador que gosta de perder não leva a nada. Tem que gostar é de vitórias. Trocar 3 volantes por um armador, enfraquece o meio de campo e dá espaço para o adversário. Parece que o problema é de filoaifia de jogo. É JOGAR PARA VENCER. Jogar para PERDER é ir direto para o buraco. Volto a dizer: DESISTI. Até 2027.

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