Depois de várias rodadas utilizando um sistema centrado na marcação e na intensidade a partir do meio-campo, o Remo voltou a utilizar um meia-armador clássico na partida contra a Chapecoense (SC), na 15ª rodada da Série A do Brasileirão.
Recuperado de lesão, Vitor Bueno reapareceu como titular, ocupando a vaga deixada pelo volante Zé Ricardo, suspenso pela expulsão diante do Palmeiras (SP).
A formação inicial azulina sob o comando do técnico Léo Condé tinha Bueno como titular, fazendo a ligação entre meio e ataque, muitas vezes aparecendo como um quarto jogador de frente. Foi assim a sua participação na primeira vitória do Remo no campeonato, na 8ª rodada, na goleada sobre o Bahia (BA), no Mangueirão.
O problema é que, logo depois desse jogo, Vitor Bueno se lesionou e o Remo teve que aprender a jogar sem ele. Em algumas ocasiões, Condé experimentou o meia David Braga, mas este também se contundiu e a formação passou a ser entregue a um trio de marcação formado por Zé Welison, Patrick e Zé Ricardo, sendo este último posicionado mais à frente.
Com Bueno, o Leão tornou-se naturalmente mais ofensivo e ganhou em qualidade de passe na condução do jogo entre meio e ataque. É um ganho e tanto!
Diferentemente das bolas lançadas e das transições rápidas, o meia pode cadenciar as ações quando necessário, dosando energias do time e buscando brechas na defesa adversária.
É importante observar que o time vai bem nas duas situações. Cresceu de rendimento com a marcação forte, recuperando bolas e avançando sobre as linhas inimigas. Foi bem lá no início do trabalho de Condé, quando Bueno começava a se entrosar na troca de passes com Gabriel Taliari, Jajá e Alef Manga, como também evoluiu na sua reaparição diante da equipe catarinense.
Não é exatamente um time se amoldando a um jogador, mas um sistema que passa por adaptações pontuais, sem alterar a essência e o objetivo maior, que é seguir competitivo e forte contra qualquer oponente.
Blog do Gerson Nogueira, 21/05/2026



Com vItor Bueno a equipe tendencía a criar mais jogadas de ataque(se bem que ele precisa se reentrosar com seus companheiros),haja vista ter passado muito tempo no NASP.
Nossa torcida não pode vacilar nós vamos Lotar o Mangueirão com mais de 40.000 torcedores contra o Atlhético PR e vamos vencer. Entretanto a Diretória precisa correponder com o preço de R$40,00 para arquibancada no duelo contra o São Paulo. Se queriamos o Leão na série A é para continuar lotando o Mangueirão. Como o Mangueirão acomoda 50.000 Torcedores então vamos lotar com lotação plena a preço de R$40,00 cada bilhete e vencer e vamos descartar a hipótese de R$60,00 a R$80,00 o bilhete com 20.000 torcedores e não vencer. O Leão é um Time de massa e tem a sua disposição um Estádio para uma multidão de torcedores. Lembrem-se que o Leão não tem 33.000 sócio torcedores adimplentes como tem o Atlhético PR. Lotar o Mangueirão com 45.000 torcedores pagantes a R$40,00 o bilhete, equivale em termos de arrecadação financeira a ter 40.000 sócio torcedores adimplentes. Observem que O Leão precisaria ter 40.000 sócio torcedores adimplente para cobrar um bilhete de arquibancada a R$60,00 ou R$80,00. O dinheiro está no bolso da torcida gigante e não no bolso de uma pequena torcida,
Tem q avisar isso ao restante da equipe…no jogo contra a Chape, o Bueno so mostrou sua qualidade em bolas paradas. O Resto do time continua jogando so em transições rápidas e ligações diretas. Condó tem q ajeitar isso e botar o Bueno para jogar…
Colocar 50 mil torcedores ou mais no mangueirão não é difícil alguém duvida disto, alguns torcedores estão duvidando seja a que preço for o Leão Azul vai faturar 2×0. A mucura não conseguiu colocar 30 mil no jogo contra o Manaus…..
O grande mérito da equipe e que proporcionou a virada de chave foi a pegada. Quando todos em campo procuram marcar sem dá espaço ao adversário tudo fica mais fácil. Estou muito satisfeito com que vi nestes últimos jogos do Leão, o que fará com que a torcida compareça em massa nestes dois próximos compromissos do Clube.
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