Em sua primeira entrevista pós-jogo como técnico do Remo, Léo Condé já teve que dar explicações sobre uma derrota. O treinador azulino ressaltou que o time paraense teve pela frente uma equipe que ele classifica como uma das melhores do país, diante de um time ainda em busca de sua identidade e no meio de uma reformulação de elenco.
“O Fluminense (RJ) é uma das melhores equipes do país, que mais cresceu nos 5 meses do ano passado. Esse é um time que tem muita posse de bola e a gente não conseguiu acertar a marcação. Então, realmente, o resultado foi mais do que justo. Vai ser bastante trabalho pela frente, mas vamos trabalhar para que a equipe possa se estruturar mais”, disse.
“O Remo é uma equipe que está passando por uma reestruturação como um todo. Subiu, foi muito rápido da Série C para a B, e da B para a A. Então, realmente, o desafio é muito grande para todos. Vamos buscar reajustes, temos jogadores que são da temporada passada, muitos chegaram esse ano. A gente já está conversando e, realmente, tem uma sensação de necessidade”, completou.
O treinador explicou que tem conversado com os jogadores, pontuado que todos serão observados nas atividades do dia a dia. Condé deixou claro que, diante da urgência da situação, tudo tem que ser feito com mais agilidade.
“Vou colocando meus interesses. Estamos trocando o pneu com o carro em movimento, por isso vamos acelerar os processos. Tanto no aspecto de leitura individual de atletas, como também no aspecto coletivo”, falou.
“Às vezes, têm jogadores que casam melhor com o outro. Então, a gente vai observar dentro de campo. Vamos observar essas posições. Temos que achar um equilíbrio entre as equipes”, apontou.
Condé bateu mais de uma vez na tecla de que é apenas um início de trabalho dele e da comissão técnica, e que o Remo é uma equipe que foi praticamente – e totalmente – reconstruída, citando o exemplo do zagueiro Duplexe Tchamba, que teve poucos dias de treinos e já foi a campo como titular.
“Ainda está muito precoce, tenho uma semana de clube. A gente vai observando, mas vai ser com a boa vontade de todos que fazem parte do clube. A gente vai conseguir achar o caminho”, afirmou.
“Agora temos outro jogo difícil, contra o Coritiba (PR), que vem fazendo bons jogos também, mas a gente já vai acelerando o trabalho. A gente tem que seguir e fazer as correções necessárias”, finalizou o treinador azulino.
Diário do Pará, 13/03/2026



Temos toda paciência, como a maioria dos remistas eu só quero que a comissão técnica e os jogadores mantenham o querido Clube do Remo para jogar em 2027 a série A.
Que Nossa Senhora de Nazaré interceda pelo Clube do Remo.
Passamos mais de 30anos p voltar a série A, e que temos uma diretoria que não entende nada de futebol, é amadora em todos os aspectos, mantém pessoas em cargos sem a mínima condições profissional que são exigidos , alguns são por indicação política, outros por clube de amigos , não está aproveitando o momento p se estruturar em uma potência do norte , criar condições de revelar talentos e lucrar, quando o Remo chegou como um time competitivo e brigando com os grandes nas décadas de 70 , 80 e 90, tínhamos uma mesclagem de jogadores regionais e alguns chamados na época de importados que vinham p fortalecer o grupo, o que se via era um time aguerrido, muita raça, e aparecia a qualidade técnica de muitos jogadores, hoje não temos jogadores regionais nem p compor o banco de reserva, tem que entender que jogadores regionais estão adaptados , enquanto os de fora leva um certo tempo e vontade de querer crescer com o clube, o Remo hoje é um time desfigurado, pois não tem jogadores para serem titulares nas laterais , zaga,centroavante, meia armador que faça a bola chegar com qualidade e que seja também de marcação, enfim falta muita coisa para ser um time , vimos isso no Parazao e no Brasileirão, torcer para que apareça alguém de pulso firme para por ordem na casa , tem muita coisa errada dentro do Remo, que se for feito uma auditoria, vai ter muita gente respondendo , contratos, despesa, serviços prestados, ingressos, etc…
Até o momento, com os públicos presentes nos 3 jogos, no MANGUEIRÃO, não está parecendo muito que a torcida azulina está querendo, realmente, a permanência na série A do próximo ano.
Na hora de mostrar que quer assistir aos jogos do LEÃO AZUL, o torcedor está deixando à desejar. Ainda não compareceu, de fato, como o real FENÔMENO AZUL.
Será que o torcedor só gostava de ver jogos contra os times pequenos?
Vou falar o q falei para o Marllon na outra reportagem: O tempo, a vida é o Campeonato não param para esperar o lindinho do Remo se acertar. Vc está certo Condó(do tempo escasso), mas infelizmente precisamos de resultados o mais rápido possivel…para ontem…nem q seja na base da Raça e Garra
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