Bruno Arleu de Araújo (Fifa-RJ) – Foto: Reprodução (Redes sociais)
Bruno Arleu de Araújo (Fifa-RJ) – Foto: Reprodução (Redes sociais)

O Clube do Remo voltou a ser citado em meio às reclamações sobre a arbitragem no futebol brasileiro. Após a derrota do Vitória (BA) para o Athletico (PR), o presidente do clube baiano, Fábio Mota, fez duras críticas à atuação dos árbitros e afirmou que os azulinos também estariam entre as equipes prejudicadas por decisões recentes.

Durante entrevista coletiva, o dirigente questionou a condução do árbitro Bruno Arleu de Araújo (RJ) em lances considerados decisivos da partida contra os paranaenses. Ao ampliar a cobrança, Fábio Mota citou nominalmente o Remo e pediu que a Comissão de Arbitragem da CBF faça uma análise mais ampla sobre os jogos de algumas equipes.

“Faço um desafio ao Rodrigo Cintra (presidente da CA/CBF), que faça um levantamento dos jogos de Remo, Vitória (BA), Chapecoense (SC) e Mirassol (SP) e veja o que está acontecendo. Não é só com o Vitória (BA). Está na hora de repensar a Comissão de Arbitragem. É um escândalo”, disparou.

A declaração colocou o Remo no centro do debate reacendido pelo dirigente baiano, que defende maior rigor na avaliação dos árbitros e mudanças estruturais no setor. A fala também reforça a pressão sobre a CBF em um momento no qual diferentes clubes têm manifestado insatisfação com decisões tomadas dentro de campo e pelo VAR.

No caso do Vitória (BA), a reclamação contra a arbitragem não é recente. Na semana anterior, após derrota para o Flamengo (RJ), pela Copa do Brasil, o clube já havia formalizado uma queixa junto à CBF, alegando prejuízos em decisões da equipe de arbitragem.

Agora, segundo Fábio Mota, a diretoria pretende reforçar a cobrança e encaminhar nova representação ao Comitê de Arbitragem e de Competições da entidade.

Com o Remo citado diretamente entre os clubes que, na visão do dirigente, deveriam ter seus jogos analisados, o episódio deve ampliar a discussão sobre a qualidade da arbitragem no futebol brasileiro e aumentar a pressão por possíveis ajustes no modelo atual.

Diário Online, 30/04/2026

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