Baenão
Baenão

A má administração no Clube do Remo em gestões passadas ainda assombra os dias atuais. Prestes a completar 5 anos sem utilidade para jogos oficiais do futebol profissional, o estádio Baenão poderia ser a salvação azulina após o incidente no Mangueirão, para não ser preciso adiar o jogo de estreia do Leão pelo Parazão.

Entretanto, ocioso desde maio de 2014, após demolição de parte das arquibancadas com promessas de criação de camarotes, na gestão do ex-presidente Zeca Picão, o alçapão azulino, que já foi fonte de renda para o Leão e de temor dos adversários, hoje é uma das despesas do clube.

Apesar da promessa de reabri-lo ainda para o Campeonato Paraense feita pela antiga administração do clube, o certo é que ainda não tem uma data específica para que o estádio possa, finalmente, voltar a receber os jogos da equipe.

O atual presidente Fábio Bentes segue confiante e acredita que ainda para o certame estadual o Baenão possa, enfim, receber a torcida.

“Infelizmente, os jogos, hoje, precisam ser no Mangueirão. Por isso, precisamos esperar a resolução do caso. O Baenão está caminhando e trabalhamos para que nesse primeiro bimestre possamos voltar para casa, porque não podemos mais ficar sem nosso estádio”, afirmou Bentes.

Diário do Pará, 10/01/2019

1 COMENTÁRIO

  1. Eu estimo que do primeiro Lote de 4.000 camisa do leão de Pedra devem ter em estoque apenas 1.500 camisas que devem ser mais do tamanho pequeno, as de tamanho médio devem estar se esgotando. Para conclusão das Obras Civis sem as torres de iluminação deverão ser fabricadas mais 2.000 camisas. Poderia ser feito uma enquete perguntado se a Nação Azul deva esperar acabar o primeiro estoque de 4.000 camisas ou avança-se na produção de mais 2.000, para conclusão das obras civis do nosso querido Estádio Evandro Almeida, antes de abril. O problema talvez não seja o dinheiro e sim a necessidade de um pouco mais de tempo, mesmo trabalhando-se até aos sábados e domingo, para conclusão das obras Civis. O Evandro almeida para ficar muito Lindo, no futuro deve-se construir na área de circulação da Mercês um piso elevado em concreto armado na altura de R$ 2,4m em cima deste piso ficará uma arquibancada metálica coberta para um público de mais 2.000 pessoas e em baixo uma área de circulação com Lanchonetes para atendimento ao Público nos dias de Jogo.

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