O Remo poderia terminar a 17ª rodada colado no primeiro time fora da zona do rebaixamento e até saiu na frente do placar contra o Athletico (PR), jogando em casa, mas tomou o empate ainda no primeiro tempo e colocou tudo a perder após uma imaturidade justamente do autor do gol azulino.
Aos 13 minutos, Jajá fez um bonito gol, aproveitando cruzamento de Marcelinho, mas nos acréscimos da primeira etapa, a arbitragem parou o jogo e decidiu expulsar o atacante do Leão, que foi flagrado fazendo um gesto obsceno em direção a Benavídez. O lance ditou a sequência do jogo, que terminou 2 a 1 para oS paranaenses.
Começando literalmente pelo começo, o torcedor do Remo viu o técnico Léo Condé manter o mesmo time que iniciou a partida anterior, na vitória de 3 a 2 contra a Chapecoense (SC), fora de casa, com Marcelo Rangel; Marcelinho, Marllon, Duplexe Tchamba e Mayk; Zé Welison, Patrick e Vitor Bueno; Yago Pikachu, Jajá e Alef Manga.
A opção se mostrou acertada, tanto que o Leão começou mais ligado no jogo e, como dito antes, marcou o primeiro gol aos 13 minutos. Na dobradinha de Pikachu e Marcelinho na ala direita, o lateral-direito foi ao fundo e cruzou, a bola desviou e ficou oferecida para Jajá marcar.
Porém, o gol logo cedo parece ter sido ruim para os remistas, pois o Athletico (PR) passou a tomar conta do jogo, ocupando inteiramente o campo de ataque – tanto que apenas o goleiro Santos não estava no lado azulino do gramado.
Em um primeiro momento, o Remo foi “salvo” pelo VAR, já que a intervenção da arbitragem de vídeo anulou o gol que seria de Zapelli, acusando toque no braço do argentino.
O time azulino ameaçava em raros contra ataques, sendo que desperdiçou o principal deles, quando Vitor Bueno avançou com certa liberdade, mas deixou de passar a bola em um lance de superioridade numérica no campo ofensivo e acabou desarmado.
Os visitantes seguiram insistindo e o gol saiu com Viveros, dominando na grande área, cortando Tchamba e balançando as redes.
O lance chave da partida ocorreu por volta dos 50 minutos. A jogada passou despercebida da arbitragem, transmissão e de quem estava em campo, menos de Benavídez, que relatou para os companheiros, que reclamaram com a arbitragem. A análise do VAR foi clara, Jajá colocou a mão na região genitália e falou algo para o adversário. Foi expulso!
A imaturidade pesou, pois se o Remo já não estava conseguindo atacar com 11, com um jogador a menos a situação piorou. Logo no começo do segundo tempo, o Athletico (PR) puniu o Leão com o artilheiro do Brasileirão, posto alcançado por Viveros ao marcar seu 2º gol no jogo, aos 7 minutos, ganhando de Tchamba e Marllon para chutar cruzado, sem chance para Marcelo Rangel.
O Remo, que havia finalizado apenas 2 vezes durante todo o primeiro tempo, exigiu apenas uma defesa de Santos na etapa final. É bem verdade que teve um pênalti de Claudinho em Marcelinho, assinalado pela arbitragem em campo, mas desmarcado após análise no VAR. Um lance isolado de um time que não teve força – e nem pernas – para reagir com um a menos.
O Remo vai assistir a Copa do Mundo no Z4 do Brasileirão e reassumiu a vice-lanterna depois da vitória do Mirassol (SP) contra o Fluminense (RJ). Só que a posição de momento não é explicada apenas por um jogo, é preciso ter maturidade para encarar uma das ligas mais competitivas do mundo.
Uma expulsão por gesto obsceno, um puxão de camisa ao esquecer que tinha cartão e uma série de outros lances e pontos desperdiçados podem custar a permanência do Leão na Série A ao final de 38 rodadas.
Globo Esporte.com, 25/05/2026



O Condó tinha achado um esquema de jogo reativo com Jajafezgol e Pikachuva descendo para o meio / Laterais para ajudar a marcar. Começava os tempos (10 a 15 nin) na pressão alta, correndo tdo q podia para tentar recuperar a bola perto do hil adversário e fazer gol….qdo cansava, descia e narrava a partir do meio campo apostando em contra-ataques puxados pelo Jaja ( pela esquerda), Marcelinho ( pela direita) e o Manga como falso 9. Qdo tinha a bola para criar era ligação direta ( verdadeiros chutes) Foi assim q o Remo conquistou suas vitoria e teve alguns jogos bem bons. Aí contra a Chape ele resolveu botar o Bueno ao invés do É Picca para manter o esquema…foi uma tentativa…e nao deu certo, quase perdemos o jogo, mas conseguimos a virada. Ontem, visto q o Bueno nao rendeu bem contra a Chape, ele insistiu, mesmo tendo o Zé do Japão q encaixou bem no meio e no esquema. Bueno pouco produziu e ainda desperdiçou um excelente contra-ataque …ai veio a expulsão e o resro é historia. O Patrick Tanque para enterrar de vez, ta fazendo bico no Ifood e entregou mais uma. Enfim, águas passadas nao fazem verao. Espero q ele volte ao esquema q deu certo com os mesmos jogadores…eu so trocaria um dos Tanques pelo É Picca, voltaria com o Zé do Japão e botaria o garoto da base do Remo velocista no expulso Jajafezmerda.