Remo 4×1 Bahia-BA (Gabriel Poveda) – Foto: Samara Miranda (Clube do Remo)
Remo 4×1 Bahia-BA (Gabriel Poveda) – Foto: Samara Miranda (Clube do Remo)

Para o atacante Gabriel Poveda, o convite para vir defender o Clube do Remo soou como uma grande recompensa em sua carreira. Ao entrar em campo no domingo (22/03), nos minutos finais da partida contra o Bahia (BA), ele teve sua primeira experiência jogando na Série A do Campeonato Brasileiro.

Também pesou bastante para vir a Belém o fato de voltar a trabalhar com Léo Condé, reeditando o melhor momento de sua carreira – o mais goleador. Ele garantiu que foi uma das melhores escolhas de sua vida.

“Tive algumas outras propostas, principalmente da Série B, que é um lugar que tenho um grande mercado, mas a decisão de vir para cá foi praticamente instantânea. Assim que fiquei sabendo do interesse, a decisão já foi tomada. Só fiquei esperando os clubes se acertarem, mas foi um pouquinho de cada coisa que pesou”, disse.

“Com certeza, o (Léo) Condé também foi um fator importante, por ter tido minha melhor temporada com ele, em 2002, quando fui artilheiro da Série B no Sampaio Corrêa (MA). Teve também a oportunidade de participar de uma Série A, que é uma coisa inédita para mim. Também o fato de ser pra uma camisa tão pesada”, completou o atacante.

Naquele ano, Poveda marcou 22 gols com a camisa do time maranhense. Ele lembra que, assim como agora, o Sampaio Corrêa (MA) era uma espécie de “intruso” entre clubes mais estruturados e que o Leão pode repetir o feito de ter uma boa campanha agora em 2026.

“Naquele ano, foi um ano em que muitas coisas se encaixaram. Nossa folha salarial era a menor da Série B, mas tínhamos jogadores com muita gana, com muita vontade. Juntou também o trabalho do Léo (Condé), que me deixava muito tranquilo, preocupado mais nessa questão de finalizar a jogada mesmo, me deixava bem à vontade. Acho que isso também me ajudou bastante para que tivesse um ano maravilhoso”, lembrou.

Ainda com pouco tempo de clube, o que Poveda admitiu como o maior fator de surpresa foi jogar a favor do Fenômeno Azul, que conhecia apenas de enfrentar anteriormente.

“Primeiro, uma coisa que me marcou bastante foi a força da torcida. Depois que a gente saiu atrás do placar, continuaram nos apoiando. Acho que isso é um grande combustível que a gente precisa usar durante todo esse ano, principalmente nos jogos aqui em Belém”, comentou.

“Já tive confrontos contra o Remo, principalmente aqui em Belém, e pude ver um pouco da força da torcida. Isso também me empolgou bastante”, completou.

Diário do Pará, 25/03/2026

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