
A classificação remista às semifinais do Parazão conquistada nos pênaltis, contra o Águia de Marabá, não diminuiu as críticas direcionadas ao técnico Juan Carlos Osorio, alvo de vaias no intervalo e questionamentos recorrentes pelas improvisações defensivas, especialmente nas laterais.
Para a partida decisiva, Osorio optou por um desenho pouco convencional – escalou o zagueiro Thalisson improvisado na lateral-direita e Leo Andrade na esquerda. No decorrer do jogo, voltou a mexer no setor, deslocando Leo para a zaga e empurrando Kayky – até então zagueiro – para a lateral-esquerda.
A ausência dos laterais de origem Braian Cufré e Sávio incomodou parte da torcida, que voltou a manifestar insatisfação com vaias ainda no primeiro tempo, quando o Remo foi para o intervalo em desvantagem no placar.
Na entrevista coletiva após a classificação, Osorio defendeu suas escolhas e avaliou positivamente a atuação do time, sobretudo pelo controle do jogo em determinados momentos.
“Planejamos o jogo para evitar o jogo aéreo. Pensávamos que era o melhor caminho para eles atacarem e creio que controlamos muito bem”, afirmou o treinador, ao explicar a estratégia adotada diante das características do Águia e do gramado.
O colombiano também destacou a reação do time após o início mais intenso do adversário.
“Passados os primeiros 15 minutos, nivelamos o jogo e terminamos os últimos 15 do primeiro tempo e todo o segundo tempo superiores. Merecíamos outro gol a mais”, analisou.
Para Osorio, o Remo soube competir em um cenário adverso.
“Um rival que competiu muito bem, se defendeu bem e em um campo propício para a ideia deles, nos deram uma boa partida. Estou muito contente e tranquilo com a forma que competimos em um terreno difícil”, apontou.
Sem fugir do contexto, o treinador reconheceu as dificuldades impostas pelas condições do jogo, mas evitou usar o cenário como justificativa principal.
“Não gosto de dar desculpas no campo, mas creio que o campo hoje foi um item adverso para nossa ideia, a escuridão também dificultou os passes longos e também que a equipe rival deu a vida por cada bola”, pontuou Osorio, que preferiu valorizar o aspecto mental do elenco.
“A equipe mostrou resiliência, foi buscar o placar, ficam coisas positivas”, disse.
Por fim, o técnico reforçou a confiança no grupo, mesmo diante das críticas externas e da instabilidade ao longo da temporada.
“Creio que podemos competir com qualquer equipe brasileira”, concluiu.
O Liberal.com, 18/02/2026


O Nosso técnico Osório deve levar o Leão ao nível de bicampeão Paraense de 2026 e permanência na Elite da série A do Brasileirão. Para conquistar uma vaga num torneio Sulamericano depende da presença maciça da torcida no Mangueirão. o Remo vai precisar do jogador Inglês Lingard para conquistar no campo e oficialmente um Titulo Internacional Sulamericano. Talvez sem Lingard no Remo o melhor seria o Guto. O Osório é Internacional e o Guto é Brasileiro. O Guto leva um pouco de vantagem porque o futebol Brasileiro e Penta campeão mundial.
Osório, já deves ter passado por essa situação, contestação, por uma grande parte da torcida, impresa, cartolagem e jogador também. É o seguinte, no futebol, a voz da torcida não é a de Deus, como o senso comum quer impor. Lá por lado das minas gerais, no CAM, a torcida fez campanha para contratar o Sampaolli, contrataram, era o cara, o técnico, o que aconteceu, o CAM tomou ferro e a torcida como ficou, botou o badalo entre as penas e comeu abio. Assim como aqui, lá, também teve quiprocor com jogador, mas lá, sorte tua, é um super heroi, aqui é apenas um apadrinhado, só não pode se o Tonho ou o do Tonho, se for mano, F.
Castilho ontem na Clube deve ter sido chamado atenção pelo patrão torcedor do Paysandu. Porque mudou completamente o seu discurso, engrossando o do grupo da Clube, e avacalhou com o treinador e time do Remo. Disse que viu outro jogo diferente do que o treinador comentou no pós jogo, e que precisava procurar um oculista. Eu acho que precisa mesmo procurar um oculista, aliás, um bom oculista, porque dizer que o Águia jogou muito melhor e que merecia vencer é precisar de um super oculista e um super óculos. Para mim, um campo cheio de brotações de grama diferente do gramado predominante e deixa saliências no gramado(tufos) em que a bola pula levemente em passes rasteiro é um campo ruim e em campo assim o time mais técnico é prejudicado porque nivela o jogo. Assim foi o jogo, equilibrado, com primeiro com vantagem do Águia, tendo três lances perigosos na área do Remo, incluindo o do gol, enquanto o Remo têve um lance perigoso e mais um pênalti, descaradamente não marcado pela arbitragem e VAR. No segundo tempo, o Remo supremacia, esteve mais tempo pressionando o Águia, com três lances perigosos de possibilidade de gol e mais o pênalti que foi convertido, o do gol. O Águia, no segundo tempo, têve um único lance e gol. Nesse contexto, o Águia jamais foi muito melhor de modo a ter merecimento pela vitória. Se é que tinha um merecedor da vitória, em um jogo que foi equilibrado como um todo, era o Remo. Quanto aquela situação abordada da obrigação da vitória por se tratar de um grupo de série A contra um de C, repito minha opinião de que é pensamento de que precisa acompanhar mais futebol porque em estaduais isso pode não proceder e é só acompanhar os estaduais por estados como São Paulo, por exemplo, onde os times de A não tem vida fácil com os de B e C.