Glauber Gonçalves afirmou que a expulsão de Marllon comprometeu a atuação azulina na derrota por 1 a 0 para o Santos-SP.
Da redação do Remo 100%, em 05/08/2026
O vice-presidente do Remo, Glauber Gonçalves, fez duras críticas à arbitragem após a derrota por 1 a 0 para o Santos (SP), nesta terça-feira (04/08), no Mangueirão. O resultado eliminou o Leão nas oitavas de final da Copa do Brasil.
A principal reclamação do dirigente foi a expulsão de Marllon ainda no primeiro tempo. O zagueiro recebeu inicialmente o cartão amarelo após cometer falta em Caballero na entrada da área, mas o árbitro Anderson Daronco mudou a decisão para vermelho depois de revisar a jogada no monitor, por recomendação do VAR.
“Hoje, mais uma vez, aconteceu um grande absurdo da arbitragem brasileira. O VAR e o árbitro acabaram com o jogo! O Remo, mais uma vez, foi prejudicado. O VAR não era para interferir em nenhum lance e chamou o árbitro para interferir na expulsão do nosso jogador”, declarou Glauber.
Dirigente aponta prejuízo ao Remo
Na avaliação do vice-presidente, o cartão vermelho modificou completamente o cenário da partida. O Remo disputou a maior parte do confronto com 10 jogadores e precisou adotar uma postura mais defensiva para conter a pressão santista.
Até a expulsão, o duelo apresentava equilíbrio. O Santos (SP) mantinha maior posse de bola, enquanto o Leão procurava responder nos contra-ataques e havia criado uma grande oportunidade com Alef Manga, parado pelo goleiro Gabriel Brazão.
Mesmo em inferioridade numérica, a equipe azulina resistiu até a metade do segundo tempo. O gol da classificação saiu após uma jogada de Neymar pela esquerda, concluída por Rony.
“Aquele lance, que ocasionou a expulsão, prejudicou o Remo o jogo inteiro e, consequentemente, tivemos a derrota dentro de campo. Infelizmente, mais uma vez, o VAR, o árbitro e a arbitragem brasileira prejudicaram o Clube do Remo”, afirmou.
Glauber cobra mudanças na arbitragem
Glauber também associou o episódio a outras reclamações recentes de clubes das regiões Norte e Nordeste. O dirigente citou a atuação da mesma equipe de VAR na partida entre Vitória (BA) e Palmeiras (SP) e defendeu a profissionalização da arbitragem brasileira.
“Esse VAR foi o que fez o jogo Vitória (BA) × Palmeiras (SP), e veja o que aconteceu. Mais uma vez, prejudica os times da região Norte e Nordeste. Prevalece, novamente, o time do eixo. Isso é um absurdo o que aconteceu hoje aqui em Belém do Pará. Temos urgentemente que profissionalizar a arbitragem brasileira”, completou.
A declaração expressa a avaliação do dirigente azulino sobre o episódio. Segundo a interpretação adotada pela arbitragem, Marllon impediu uma clara oportunidade de gol do Santos (SP), justificativa utilizada para a aplicação do cartão vermelho direto.
Com a derrota, o Remo encerrou sua participação na Copa do Brasil e agora concentra suas atenções no Campeonato Brasileiro. O próximo compromisso será contra o Atlético (MG), neste sábado (08/08), novamente no Mangueirão.
Com informações de Gazeta Esportiva e Roma News.



Revoltante o que aprontaram para o Remo, estragaram o jogo diante de um público espetacular, absurdo o que fizeram na cara da torcida remista.
Mas já era esperado que iriam prejudicar o Remo, absurda a expulsão do Marllon, pois nem último defensor ele era, o Matheus Felipe estava no lance e iria na bola se o jogador do Santos passasse, isso é nítido nas imagens. Mas o VAR aproveitou e mandou o juiz expulsar.
Se o mesmo lance fosse do Santos, nem amarelo teria, talvez nem falta, mas o Santos é clube que dá dinheiro gordo para a CBF, só o Peter Pan mimado ganha 3 vezes mais (21 milhões mensais) que toda a folha salarial do Remo (cerca de 7 milhões). A CBF jamais iria permitir que o Remo tirasse o Santos da CB, pois contrariaria os interesses da máfia do futebol brasileiro.
Também avalia e reage parceiro, com o que vêm acontecendo na administração, CT e jogadores, tenho certeza que você tem moral para mudar os rumos.