Acordo judicial com treinador colombiano chegou a R$ 1,5 milhão, enquanto rescisão com Léo Condé acrescentou outros R$ 1,2 milhão à conta.
Da redação do Remo 100%
As mudanças no comando técnico tiveram um custo milionário para o Remo em 2026. Somados o acordo envolvendo Juan Carlos Osorio e a rescisão de Léo Condé, o clube chegou a exatos R$ 2.647.265,95 em despesas relacionadas às saídas dos dois treinadores.
O maior valor está relacionado a Osorio. Demitido em março, o colombiano posteriormente chegou a um acordo judicial com o Remo para solucionar as pendências contratuais. O valor desembolsado pelo clube foi de R$ 1.447.265,95.
Meses depois, uma nova mudança no comando aumentou a conta. Léo Condé deixou o Remo em setembro, depois da derrota por 2 a 1 para o Bahia (BA). Segundo apuração divulgada pelo Diário Online, o treinador receberá R$ 1,2 milhão pela rescisão, em pagamento parcelado. O montante corresponde ao equivalente a dois meses de salários que Condé recebia no clube.
Duas mudanças e duas contas milionárias
Juan Carlos Osorio foi contratado pelo Remo em dezembro de 2025 para comandar a equipe na temporada de 2026. O colombiano iniciou o trabalho durante a pré-temporada, conquistou a Supercopa Grão-Pará, mas permaneceu no cargo por pouco mais de dois meses.
A passagem terminou no dia 01/03, poucas horas depois da derrota por 2 a 1 para o Paysandu, no primeiro jogo da final do Campeonato Paraense. Osorio deixou o Remo após 14 partidas, com 4 vitórias, 8 empates e 2 derrotas.
A saída, porém, não encerrou imediatamente as pendências contratuais entre as partes. Posteriormente, Remo e Osorio chegaram a um acordo judicial, que custou R$ 1.447.265,95 ao clube.
Meses depois, o Remo voltou a trocar o comando técnico. Léo Condé, contratado em março para substituir Osorio, deixou o clube em setembro, após 30 partidas, com 8 vitórias, 7 empates e 15 derrotas.
A saída foi anunciada oficialmente depois da derrota em Salvador (BA). Na ocasião, o Remo informou que a decisão havia sido tomada em comum acordo durante a viagem de retorno a Belém.
Segundo apuração divulgada inicialmente pelo jornalista Nelson Torres e confirmada pelo Diário Online com fontes internas do Remo, Condé receberá R$ 1,2 milhão, em pagamento parcelado. O montante equivale a dois meses de salários do treinador.
Pouco depois, Thiago Carpini foi contratado para assumir a equipe e conduzir o Remo nas 10 rodadas finais do Campeonato Brasileiro.
Conta chega a R$ 2.647.265,95
Considerando os valores divulgados para os dois treinadores, a conta fica assim:
Juan Carlos Osorio – R$ 1.447.265,95
Léo Condé – R$ 1.200.000,00
Total – R$ 2.647.265,95
O levantamento evidencia o impacto financeiro das mudanças realizadas no comando técnico durante uma temporada em que o Remo montou o elenco mais caro de sua história para disputar a Série A.
A despesa ganha peso adicional diante do planejamento para 2027. O clube ainda luta pela permanência na elite nacional e uma eventual queda deverá provocar redução de receitas e revisão da folha salarial para a próxima temporada.
Enquanto administra os compromissos decorrentes das mudanças anteriores, o Remo agora aposta em Carpini para tentar uma reação nas dez rodadas restantes do Brasileirão.
Com informações de O Liberal, Diário Online e Clube do Remo.



Nossa a competência desses dirigentes é de impressionar qualquer um, kkkkkk!!!!