Mangueirão – Foto: Lucas Neves
Mangueirão – Foto: Lucas Neves

De volta à Série A do Campeonato Brasileiro após 32 anos desde a sua última participação, o Remo pode estrear no Brasileirão com os portões fechados.

O clube foi punido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) com a perda de mando de campo decorrente dos incidentes na partida contra o Avaí (SC), no fim de 2025. Contudo, a decisão, até o momento, ainda não foi publicada e o Leão já possui uma estratégia para recorrer e tentar reverter a situação.

O diretor jurídico azulino Gustavo Fonseca informou que o clube aguarda a publicação oficial do acórdão para protocolar o recurso, que já está pronto. Conforme explicou o advogado, como a decisão ainda não foi publicada, a punição não é aplicável neste momento.

Com isso, segundo o dirigente, até a publicação do acórdão, para os próximos compromissos, o acesso do público está mantido.

O Remo estreia na Série A do Brasileirão no dia 28/01, contra o Vitória (BA), em Salvador (BA). Em casa, o primeiro jogo será contra o Mirassol (SP), no Mangueirão, no dia 04/02 (quarta-feira), às 20h.

No dia 15/12, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) puniu o Remo com a perda de um mando de campo e multa de R$ 35 mil por conta da confusão ocorrida no estádio da Ressacada, em Florianópolis (SC), no jogo contra o Avaí (SC), válido pela 37ª rodada da Série B.

Na ocasião, torcedores azulinos se envolveram em uma briga nas arquibancadas do estádio. Como não houve identificação dos envolvidos no tumulto, a responsabilidade foi atribuída ao Remo, enquadrado no artigo 257 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva.

Além disso, os jogadores Diego Hernandez e Nico Ferreira, expulsos durante a partida por conta de uma briga com atletas adversários, receberam suspensão de 4 jogos cada. Os atletas uruguaios foram julgados com base no artigo 254-A, que prevê punições por agressão física.

O Liberal.com, 14/01/2026

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