Thiago Carpini – Foto: Jhony Inácio
Thiago Carpini – Foto: Jhony Inácio

Diretoria concentra esforços no técnico de 42 anos e só deve buscar outro nome caso as conversas não avancem.

Da redação do Remo 100%

O Remo concentra as atenções em Thiago Carpini para substituir Léo Condé no comando da equipe. O treinador de 42 anos passou de um dos nomes avaliados pela diretoria para a prioridade nas negociações para a reta final do Campeonato Brasileiro.

Segundo apuração de O Liberal, o Remo ainda não abriu conversas com outros treinadores e negocia exclusivamente com Carpini e o staff do profissional. A intenção da diretoria é esgotar as possibilidades de um acordo antes de partir para um plano B.

O interesse também foi confirmado pelo Globo Esporte, que aponta Carpini como o favorito da diretoria azulina. A informação inicial sobre o nome do treinador na mira do Remo havia sido divulgada pelo jornalista Abner Luiz.

Até o momento, porém, não há anúncio oficial nem confirmação de acerto entre as partes.

Carpini está livre no mercado desde julho, quando encerrou sua passagem pelo Fortaleza (CE). No clube cearense, conquistou de forma invicta o Campeonato Cearense, foi vice-campeão da Copa do Nordeste e chegou às oitavas-de-final da Copa do Brasil.

Carreira ganhou projeção no Juventude-RS

Thiago Carpini ganhou projeção nacional depois de trabalhos no futebol paulista, especialmente pelo Água Santa (SP). Em 2023, assumiu o Juventude (RS) e conduziu a equipe ao acesso para a Série A.

Na sequência, foi contratado pelo São Paulo (SP) e conquistou a Supercopa do Brasil. O treinador também acumula passagens por Vitória (BA), Juventude (RS) e Fortaleza (CE) nos últimos anos.

Caso a negociação seja concluída, Carpini assumirá o Remo em uma situação de urgência. O Leão ocupa a 19ª colocação do Brasileirão, com 23 pontos, e está 5 atrás do primeiro clube fora da zona de rebaixamento.

O próximo compromisso será contra o Santos (SP), no sábado (19/09), às 18h30, no Mangueirão. A proximidade da partida aumenta a necessidade de uma definição rápida do novo comando técnico.

Com informações de Roma News e Diário Online.

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14 COMENTÁRIOS

    • Ei João, como “não depende mais de si”?Faltam 11 jogos, ou seja, tem 33 pontos em jogo e o Remo precisa de mais 21 pontos para sua permanência na série A. Assim, o Remo ainda não depende de resultados dos concorrentes.

  1. Infelizmente a diretoria demorou em demitir o Léo Condé,em um campeonato equilibrado, onde poucos clubes estão acima da média, Condé insistia com uma formação recuada sem uma tática definida. A falta de planejamento amadorismo da diretoria estão levando o Remo de volta a série B.

  2. Com milagre ( permanência na A) ou sem milagre ( volta a B) o ideal seria o Gordiola,.. mas como nao vem, o Carpini parece um nome bom para assumir o Remo nessa reta final e quiçá, Ano q vem. O cara é acostumado a serie B e ja comandou times da B. A direção tem q deixar de ser omissa e deixar claro ao Carpini q ja é um planejamento para 2027…ja começar a montar uma base de time, com esquema tático para 2027…e pp, ja ir separando o joio: Marrllon, Os Tanques, Manga, Poveda, Léo, Ivaldo, Matheus, Pikachuva, Bueno, Douglas, os escanteados

  3. Além da queda, o coice do jumento Tonhão e sua corja amadora e incompetente. Com todo respeito ao profissional Carpini, mas não dá. Ainda que viesse um técnico experiente, de ponta com curriculum, mesmo porque este não viria se meter nesse “time, elenco sem futuro”. Não há mais tempo e elenco. O elenco do Clube do Remo é mediano para baixo, sofrível tecnicamente, e, reduzido. Não há na verdade elenco “banco”.

    Agora “Inês é morta”. Para além de clichês. São vários fatores que levaram e está faltando apenas a ratificação da queda, do fiasco na série A, “Sonhos de uma noite de verão” do leão na tal série A.

    Fora gestão amadora e incompetente Tonhão e sua corja.

    Resta juntar os cacos, planejar (quem vai planejar?) um elenco pelo menos que seja competitivo e tecnicamente a “nível de série B” para 2027.

  4. Thiago carpini pode encentivar a torcida do Remo a Lotar o estádio Mangueirão nesta reta final da série A 2026. É Lógico que isto vai acontecer, entáo estará justificada a mudança do técnico Léo Condé. Em caso de uma vitória do Leão em cima do Santos o Mangueirão vai ficar pequeno para acomodar a gigantesca torcida do Leão nas rodadas finais. Acredito que o binômio novo técnico e aceleração da conclusão das obras do CT definem a imensa tocida do Leão que vai Lotar o Mangueirão. A torcida do leão é TOP 10 em bilheteria na série A 2026, eu continuo dizendo que a meta principal é de concluir o CT na ilha do Outeiro a nova Toca do Poderoso Leão.

  5. O pecado é a falta de planejamento, lá atrás. Primeiro a não renovação do Gordiolla, depois a contratação do Charlatão inventor e por fim a do Rei do rebaixamento. Sinceramente essa Diretoria é realmente amadora.

  6. Os dois grandes gigantes centenários de massa da região Norte Remo e Paysandu não podem seguir reféns de dirigentes amadores, provincianos, incompetentes por vezes até corruptos e de “várzea” (com todo respeito a este seguimento futebolístico, por lá impera até organização), e por conseguinte passarem ambos clubes anos, duas, três ou mais décadas no limbo da “vitrine do futebol brasileiro”, como hoje em dia a tal série A. E também a seus Estatutos obsoletos arcaicos e igualmente seus quadros de conselheiros, que tem poder de voto e eleição desses gestores presidentes.

    Para a crise histórica no Clube do Remo atual gestão Tonhão do grupo Bentes, faltou planejamento, projeto a médio e longo prazo, o que não foi nenhuma surpresa.

    Sem delongas, cada um que tire suas conclusões, recentemente logo após o acesso a série A, do Clube do Remo inclusive com “ajuda” de derrota do Criciúma (me falha a memória aqui desta partida), houve mais de um mês para a gestão anunciar pelo menos um pré-planejamento acerca de contratações e temporada. Nada de contratações de técnico e elenco. Veio em seguida o anúncio de temporada fora do Estado (quem lembra onde foi?). Já nestas duas incompetências se ratifica o amadorismo da gestão Tonhão. A tal “inter temporada” (turismo) de um mês se deu, e parte ainda do elenco de jogadores medianos e medíocres juntos aos ainda mais medíocres remanescentes da série B, contratados por Marcos Braz retornando “todos bronzeados e felizes” e prometendo “honrar a camisa azulina com uma boa temporada e colocar o Remo onde merecia estar”. Aconteceu o que estamos assistindo alguns torcedores roxos ainda lotando o Mangueirão, e Tonhão em seu leito de “morte” esperando “Inês morrer, agora Inês é morta!”

    O astuto diretor carioca executivo de futebol Marcos Braz, com seus bolsos abarrotados de comissões dessa legião de jogadores série B, e A, logo percebeu que “desse mato não sairia coelho” e “tirou seu time de campo”, com pretexto de incompatibilidade “desgaste” com a presidência mais precisamente Sr. Tonhão.

    Sem delongas, contando de trás para o início, primeiramente a prioridade na comissão técnica deveria ser a do remanescente Guto Ferreira independente da campanha a ser feita por sua comitiva. Não”deu certo?”, contratava outra comissão e técnico. Eis que trouxeram o mediano e limitado Condé e sua comitiva e ainda este fez “novela” para angariar salário alto após outros longos dias de espera.

    A desculpa da gestão Tonhão nas demoras e qualidade técnica das contratações vem desde o início de sua (indi)gestão. Por a região ser o Norte distante dos grandes centros avançados do país (como se não exista aviação), o clima (como se o aquecimento global seja um fenômeno só do restante do país e do planeta), a familiaridade com a cultura Nortista (como se os jogadores viessem se estabelecer pelo resto de suas vidas com suas famílias em Belém), e outras conversas fiadas do gestor “bocudo!”

    E ainda, jogadores melhores tecnicamente já estão bem contratados nos grandes clubes, com salários “melhores” e o Remo não tem como “cobrir” esses contratos.

    E veio o início da série A. Elenco “tudo juntos e misturados” remanescentes da série B, com novatos da série A. Elenco alternativo fracassado nas disputas de títulos (mesmo com auxílio dos contratados “bons de bola, experientes, caros e refugados de grandes e médios clubes, e também importados hermanos).

    E nada de contratações. Alguns remanescentes do acesso foram demitidos e seguiram o restante. Série A, seguindo com campanha mediocre sob comando de Condé e sua comitiva. Veio período de quarenta dias para a copa do mundo. E nada do Remo sair da UTI. E a “parada da copa” foi também a parada de vez da gestão Tonhão extendendo-se aos gramados, e a seu diretor executivo de futebol, como também na teimosia e demora em manter Condé. Nada de contratações e tudo com Condé.

    O pulo do gato uma tentativa de seguir na série A (mas com Tonhão é pulo de tartaruga) teria sido junto com contratações (abrir o cofre, por que descer a série B as receitas caem volumosamente) a demissão de Condé e alguns jogadores que ainda seguem titular absolutos, sem condições técnicas de vestirem azul marinho, durante a “parada da copa”. Fechamos essa reflexão infelizmente com um clichê, com Carpini e esse elenco (e sem banco) não dá. E “Inês é morta!”

    Obs: com o desfecho das séries C e D, alguns clubes contrataram jogadores que por lá se destacaram. Mas, para a gestão incompetente amadora e provinciana Tonhão e seu diretor executivo de futebol, não existem ou não servem para o Clube do Remo.

  7. Agora essas merdas de Executivo e Presidente vão contratar somente na sexta feira e jogar no sábado…bando de sábados!

  8. Troca 6 por meia dúzia…Presidente lerdo e Executivo que era pra mandar pelo mesmo caminho que veio e exonerar esse salário dele…que recebe alto sem ter cacife de experiência e conhecimento de mercado…só engana o presidente TONTÃO

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