Léo Condé – Foto: Samara Miranda (Clube do Remo)
Léo Condé – Foto: Samara Miranda (Clube do Remo)

Depois de uma segunda-feira (11/05) de treino regenerativo e descanso, o elenco do Remo teve apenas um único trabalho de preparação antes de encarar o Bahia (BA), nesta quarta-feira (13/05), às 21h30, no Mangueirão, pela Copa do Brasil.

A forma de preparação já estava traçada há tempos e, para o técnico Léo Condé, não houve nenhuma novidade desde que chegou ao Baenão.

“Vai ser um desafio muito grande para a gente, um jogo muito importante. Já apontei para eles que é uma decisão. Vamos enfrentar um grande adversário, talvez depois de Palmeiras (SP) e Flamengo (RJ), seja o que mais investe no futebol brasileiro no momento. O histórico que tem, que carrega parceria com o Grupo City, com bons jogadores, com treinadores experientes, mas jogando em casa e diante do nosso torcedor, a gente espera fazer uma boa apresentação”, disse.

Para o treinador azulino, a larga vantagem conquistada no jogo de ida não é suficiente para relaxar antes do segundo confronto.

“O primeiro momento é de recuperar. O Bahia (BA) teve um dia a mais de descanso e treinamento. No jogo com o Palmeiras (SP) teve a situação do atraso, a chuva forte que deixou o gramado pesado, a expulsão, mas acredito que a gente tem capacidade de se superar”, comentou.

“É um jogo muito decisivo e o que a gente teve nesses dois dias é basicamente recuperar os jogadores para que eles possam chegar nas melhores condições”, disse Condé.

Além disso, entre os jogadores, há a certeza de que a partida será também de superação, diante do pouco tempo para preparação e descanso e pela qualidade do adversário.

“Vai ser um jogo muito importante para essa temporada. O trabalho do professor está sendo muito bem feito, é um cara que sempre faz a sugestão para nós de pensar em quem vai jogar contra a gente”, afirmou o atacante Alef Manga.

“A atenção é redobrada contra o Bahia (BA). Eles perderam o último jogo do Brasileirão e perderam o primeiro jogo para a gente na Copa do Brasil. Acredito que eles vêm com tudo para virar essa chave do lado de lá e a gente não pode deixar que isso aconteça”, completou o também atacante Jajá.

Diário do Pará, 12/05/2026

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