Matheus Alexandre. Patrick e Ygor Vinhas – Foto: Luis Carlos/Clube do Remo
Matheus Alexandre. Patrick e Ygor Vinhas – Foto: Luis Carlos/Clube do Remo

Volante cobra melhora como mandante no segundo turno e elogia o planejamento adotado pelo clube para reduzir o desgaste logístico.

Da redação do Remo 100%, em 24/07/2026

Patrick reconheceu que o Remo apresentou um desempenho abaixo do esperado na derrota por 3 a 0 para o Corinthians (SP), mas defendeu que o elenco transforme a frustração em reação imediata no Campeonato Brasileiro.

O volante também destacou dois fatores que acompanharão o Leão durante o segundo turno – a necessidade de melhorar o aproveitamento no Mangueirão e o desgaste provocado pelas longas viagens.

Derrota deixa “ferida aberta”

Em declarações publicadas pelo Roma News, Patrick admitiu que a atuação na Neo Química Arena ficou distante do que a equipe pretendia apresentar no retorno da Série A.

“Hoje não foi uma partida muito boa. Sofremos a derrota e fizemos um jogo aquém do que a gente esperava, do que a gente queria”, afirmou.

Apesar do resultado negativo, o jogador ressaltou que o Remo terá pouco tempo para lamentar. O próximo compromisso será diante da torcida azulina, contra o Vitória (BA).

“Agora a gente tem uma ferida aberta e domingo (26/07) a gente tem um jogo muito importante dentro de casa”, disse.

Mangueirão precisa virar aliado

Para Patrick, melhorar o aproveitamento como mandante será fundamental na segunda metade da competição. O jogador reconheceu que o Remo conquistou poucas vitórias em casa durante o primeiro turno e precisa inverter esse desempenho.

“No segundo turno, a gente tem que fazer o contrário do que fizemos no primeiro. Foram poucas vitórias em casa. Temos que somar o maior número de vitórias possível dentro de casa para conquistar nosso objetivo no final do campeonato”, declarou.

A primeira oportunidade será neste domingo (26/07), às 19h30, contra o Vitória (BA), no Mangueirão. O adversário ocupa a 11ª colocação e vem de um empate fora de casa diante do Botafogo (RJ).

Viagens não podem servir de justificativa

Além do desempenho dentro de campo, Patrick comentou o desafio logístico enfrentado pelo Remo. Segundo informações do Diário Online, o clube deve percorrer aproximadamente 95 mil quilômetros ao longo da Série A, a maior distância prevista entre os participantes.

Ao final do primeiro turno, o Leão já havia cumprido cerca de metade desse percurso. A quilometragem total supera o equivalente a duas voltas completas ao redor da Terra.

Patrick reconheceu que a localização de Belém torna os deslocamentos mais complexos, mas rejeitou a utilização das viagens como justificativa para os resultados.

“O futebol brasileiro já conhecemos como funciona e estamos acostumados. Lógico que, vindo do Norte, temos uma logística mais complicada, mas acredito que a diretoria vem fazendo de tudo para minimizar a quilometragem e permitir que estejamos bem preparados para os jogos”, destacou.

Planejamento da diretoria recebe elogios

O jogador também valorizou a organização adotada pelo clube para reduzir o desgaste e ampliar o tempo de recuperação entre as partidas.

“No final do primeiro turno, tivemos muitos jogos fora e uma boa logística que nos ajudou a somar pontos. Acho que a diretoria está fazendo um bom trabalho. Temos que aceitar a logística e não podemos reclamar disso”, pontuou.

Para Patrick, as viagens precisam ser encaradas como parte da realidade do Remo na elite. A resposta da equipe dependerá do desempenho dentro de campo e, especialmente, da capacidade de transformar o Mangueirão em um aliado durante o segundo turno.

Com informações de Roma News e Diário Online.

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