Alef Manga, Marcelinho e Yago Pikachu – Foto: Samara Miranda (Clube do Remo)
Alef Manga, Marcelinho e Yago Pikachu – Foto: Samara Miranda (Clube do Remo)

Uma das armas do Clube do Remo comandado por Léo Condé vem sendo o lado direito da equipe, que tem utilizado uma dobra para ajudar tanto na marcação quanto no apoio ao ataque.

Enquanto Yago Pikachu tem jogado mais adiantado, como um atacante, e Matheus Alexandre como lateral-direito, cabe a Marcelinho uma função dupla. Ele vem atuando tanto defensivamente como ofensivamente e, no ataque, tem sido uma grata surpresa pisando na área e ajudando o Leão.

Ainda está nítido na lembrança dos torcedores o lance em que ele acertou uma cabeçada na travessão na partida contra o Palmeiras (SP), no Mangueirão, que poderia ter dado a vitória contra o líder do campeonato.

Marcelinho comentou sobre essa característica do time azulino e de como tem tido mais liberdade, proporcionada pela comissão técnica, para chegar na frente e tentar o gol.

“Nós, que estarmos atuando pelo lado direito, nos ajudamos bastante. Um torce pelo outro, independente de quem está jogando. Isso dá para perceber no nosso elenco como um todo, estamos unidos e fazendo bons jogos também, tanto pela direita quanto pela esquerda. Acho que nosso time está se encaixando como um todo e isso é fruto de muito trabalho”, disse.

O lateral falou também sobre as orientações dadas pelo treinador para que seja um elemento surpresa e ajude na frente.

“Estou tendo mais liberdade. O professor Léo (Condé) gosta muito que eu conduza a bola. Vou para cima, o próprio Renatinho (Renato Negrão, auxiliar-técnico) conversa muito comigo, porque é uma característica muito forte que ele me pede para me fazer. Então, a cada jogo venho fazendo mais, tendo mais confiança para ajudar o Remo”, contou.

De acordo com o jogador, o tempo tem dado oportunidade para que o time se entrose e assimile melhor as orientações da comissão técnica. Para Marcelinho, até os momentos dificeis serviram para criar uma casca no elenco e ajudou na busca pela melhoria.

“É importante essa convivência da gente ao longo da temporada. Claro que no início tivemos que ter um pouco de paciência, mas o futebol é um pouco difícil, até pelos resultados negativos que a gente tinha sofrendo, mas creio que, não sei se é o termo correto, mas na derrota que a gente se tornou firme. Já tinha passado o momento da gente virar chave e, graças a Deus, esse momento virou. A gente está se unindo cada vez mais nos treinamentos, nos jogos, isso é perceptível. Acho que vai ser um grande recomeço agora”, concluiu.

Diário do Pará, 20/05/2026

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