Lateral avalia que equipe não consegue manter rendimento durante os jogos e atribui “bate-boca” após derrota para o Santos-SP à cobrança interna no elenco.
Da redação do Remo 100%
A 5ª derrota consecutiva do Remo no Brasileirão terminou com sinais da pressão vivida pelo elenco. Após o revés por 2 a 1 para o Santos (SP), neste sábado (19/09), no Mangueirão, Marllon e Alef Manga discutiram dentro de campo, episódio que o lateral-direito Marcelinho atribuiu à cobrança entre os próprios jogadores pela sequência de resultados negativos.
Na avaliação de Marcelinho, o Remo voltou a apresentar um problema que vem se repetindo – a dificuldade para manter durante toda a partida o rendimento apresentado nos melhores momentos.
“Acredito que fizemos um grande primeiro tempo, como todos os outros, né? Mas a gente alterna muito nos tempos. Infelizmente, tomamos a virada ali”, lamentou.
Contra o Santos (SP), o Remo teve maior controle durante boa parte do primeiro tempo e conseguiu criar algumas das principais oportunidades. O próprio Marcelinho teve participação ofensiva importante, aparecendo pelo lado direito e obrigando o goleiro Diógenes a trabalhar perto do intervalo.
O problema voltou a aparecer na etapa final. Rony abriu o placar para o adversário, Marllon conseguiu empatar aos 37 minutos, mas apenas 5 minutos depois Gabigol recolocou a equipe paulista em vantagem.
Discussão após o apito final
A frustração ficou evidente depois do encerramento da partida. O capitão Marllon e Alef Manga tiveram um bate-boca ainda no gramado do Mangueirão.
Questionado sobre o episódio, Marcelinho evitou ampliar a dimensão da discussão e afirmou que o ocorrido reflete a cobrança existente dentro do elenco.
“O que aconteceu ali é cobrança, né? Todo mundo está se cobrando. Infelizmente, o resultado não está vindo. É continuar trabalhando para buscar o resultado, que é o mais importante”, comentou.
O cenário ajuda a explicar o ambiente de pressão. O Remo permanece na 19ª colocação, com 23 pontos, e chegou à 5ª derrota consecutiva no Brasileirão. Considerando também os confrontos pela Copa do Brasil, o Leão acumula 10 partidas sem vitória.
Pausa para tentar corrigir a oscilação
O problema apontado por Marcelinho será um dos pontos que Thiago Carpini poderá trabalhar durante a pausa no calendário. Contratado nesta semana, o treinador teve apenas dois dias de atividades antes de estrear contra o time santista.
Agora, terá um período maior para conhecer o elenco e implementar suas ideias antes do próximo compromisso. O Remo volta a campo somente no dia 07/10, às 19h30, contra o Grêmio (RS), novamente no Mangueirão.
Com informações do Globo Esporte, Gazeta Esportiva e Diário Online.



Esse MARLLON ACABOU COM O REMO,NAO MARCA,NAO PULA,NAO SABE SAIR JOGANDO,PRA MIM UM EX JOGADOR….BARREM ESSE CARA URGENTE!!
Time Horrível ! Muitos ex jogadores foram contratados pra jogar a séria A : Marlon, Ze wuelysson, Patrik, Pikachu esses caras rebaixaram o Remo, junto com o Tonhao e compania .Parabéns seus dispreparados desmontaram o time do ano passado que era melhor que esse dez vzs
Depois de assistir Remo x Santos, constatei que alguns jogadores devem ser reservas do time, o zagueiro Marlon nem deveria ser capitão, porque é muito omisso, não bate em ninguem, jogador irá receber certificado de melhor zagueiro disciplinado da serie A, fraco demais, não da combate, nao sabe sair jogando e nem pula para tirar a bola dentro da area, já Talliari, voltou sem condiçoes e lateral esquerdo não apoia no ataque, só joga para trás. Isso tudo, já se confirmou desde o inicio com planejamento pífio que Remo estará na serie B em 2027.
ESSE PRESIDENTE TONHAO SE ISSO É PRESIDENTE, ERA PRA PEDIR DEMISSÃO URGENTE E VAZAR DO REMO O CARA ACABOU COM NOSSO TIME.
Marcelinho honra sempre o manto sagrado azulino, ele é diferenciado. Se todos os jogadores de linha tivessem a mesma qualidade técnica, física, emocional e, principalmente, a garra do Marcelinho o Remo estaria entre os 10 primeiros colocados na tabela de classificação dessa série A.