Jajá – Foto: Samara Miranda (Clube do Remo)
Jajá – Foto: Samara Miranda (Clube do Remo)

O cenário é muito favorável ao Remo, que está em crescimento e em uma onda emocional muito positiva. Ao contrário, o Bahia (BA) tem diagnóstico de queda no rendimento físico, o que está comprometendo a dinâmica de jogo, a performance tática e o estado emocional. Baianos fervendo em pressão!

Além de tudo disso, o Remo começa o jogo vencendo por 3 a 1, por conta da vantagem conquistada em Salvador (BA), mas isso tudo só vai prevalecer se o Leão repetir sua alta competitividade.

Mesmo com todos os seus problemas e muito pressionado por não vencer há 5 jogos, o adversário é um time poderoso e precisa ser encarado como tal.

Trata-se de uma decisão de alto valor financeiro e moral. É jogo para plena mobilização dos azulinos, a começar pela torcida que, obviamente, não vai negar fogo. A noite promete!

Volante

Zé Ricardo cumpre no Remo o papel que foi de Patrick de Paula, no começo da temporada – um volante com recursos para jogar como meia, que faz as conexões básicas e reforça muito a primeira linha de marcação.

O time sente a falta dos ótimos recursos do meia Vitor Bueno, mas está bem adaptado ao sistema atual, com Zé Ricardo. Melhor para o técnico Léo Condé pelas alternativas tão diferentes, como o meia David Braga, que pode ser titular contra a Chapecoense (SC).

Problemas baianos

O Bahia (BA) ainda joga sem o goleiro Ronaldo, que se contundiu em Belém na derrota para o Remo por 4 a 1, pela 8ª rodada da Série A. Outros desfalques são o zagueiro Kanun (conjuntivite), o meia Caio Alexandre (lesão na coxa), o atacante William José (lesão no tornozelo) e o também atacante Pablo Ruan (transição).

Repeteco

Quem sabe da última vez que o Remo repetiu a escalação por 3 jogos seguidos? É o que pode acontecer nesta quarta-feira (13/05), se Léo Condé manter o time com: Marcelo Rangel; Marcelinho, Marllon, Duplexe Tchamba e Mayk; Zé Welison, Patrick e Zé Ricardo; Yago Pikachu, Alef Manga e Jajá.

Confronto

Rogerio Ceni é técnico do Bahia (BA) desde 2023, com 185 jogos no comando do time. Nesse período, enfrentou Léo Condé por 11 vezes, quando jogou contra Vitória (BA), Ceará (CE) e Remo, com 4 vitórias para cada lado e 3 empates. O duelo no Mangueirão pode ser “tira cisma” nessa interessante rivalidade à parte.

Coluna de Carlos Ferreira, O Liberal, 13/05/2026

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