Remo 3×0 Águia de Marabá (Marcelinho e Nico Ferreira) – Foto: Igor Mota (O Liberal)
Remo 3×0 Águia de Marabá (Marcelinho e Nico Ferreira) – Foto: Igor Mota (O Liberal)

O fator físico vai pesar muito nas escolhas de Juan Carlos Osorio para o Re-Pa, mas será o começo da “unificação” do time azulino. Tanto que o elenco deve ser reduzido de 40 para 30 jogadores a partir da próxima semana.

O jogo desta quinta-feira (05/02), contra o Águia de Marabá, fechou o ciclo das oportunidades para avaliações individuais. No planejamento do Remo, o foco passa a ser na potencialização de um time para os dois campeonatos – Parazão e Brasileirão – com melhores condições de treinamentos e avanço gradativo na resistência física até a condição de manter alta intensidade no jogo inteiro.

O Remo faz mais 5 jogos este mês, contra Paysandu, Atlético (MG), Castanhal, Amazônia e Internacional (RS). Depois, o calendário será menos intenso, com tempo para recuperação dos atletas e treinamentos.

Volantes

O argentino Leonel Picco é o típico atleta que joga para o time. É um gigante na marcação! Faz o simples – com a bola, aciona quem estiver mais próximo. Tem o mérito do posicionamento estratégico em campo, sempre ocupando o espaço apropriado.

Picco tem a força física que falta a Zé Ricardo, que tem os recursos de iniciação de jogadas que falta ao companheiro. Os dois se completam e favorecem o futebol de Patrick de Paula, que larga na frente em grande concorrência por espaço no time.

Impaciência

“Não se constrói um novo time com ansiedade”. Cabe acrescentar a essa frase, dita por Abel Ferreira, técnico do Palmeiras (SP), que também não se constrói com desconhecimento de processos e muito menos com precipitação.

O clima hostil que está sendo criado para Juan Carlos Osorio no Remo é fruto de ignorância – no sentido do desconhecimento.

Coluna de Carlos Ferreira, O Liberal, 06/02/2026

1 COMENTÁRIO

  1. O Tonhão está sendo um irresponsável ao alimentar um ambiente hostil para o plantel e comissão técnica, prejudicando o próprio Remo, pois como presidente, a insatisfação com treinador ou jogador deveria ser tratada internamente. O Tonhão quer jogar a culpa na comissão técnica e sair da reta. Covardia! A responsabilidade maior de contratação de jogadores e treinador é do Tonhão como presidente do clube e responsabilidade NÃO se delega.

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