Alef Manga – Foto: Samara Miranda (Clube do Remo)
Alef Manga – Foto: Samara Miranda (Clube do Remo)

Não foi o resultado dos sonhos para a imensa torcida (35 mil espectadores) que compareceu ao Mangueirão no sábado (11/04) à tarde. O Remo sonhava com uma vitória sobre o Vasco (RJ), mas tomou um gol no segundo tempo e precisou lutar bravamente para empatar. De qualquer forma, o 1 ponto conquistado fez o Leão subir uma posição na classificação.

Com 8 pontos, o Remo agora está na 18ª posição, à frente de Mirassol (SP) e Chapecoense (SC). Podia ter terminado fora da zona se tivesse superado o time vascaíno, que foi um adversário aplicado taticamente e que fez excelente uso de seus jogadores de lado.

A primeira etapa foi muito travada. O campo encharcado dificultou as ações mais rápidas e a troca de passes. O Vasco (RJ) foi mais desenvolto e criou chances perigosas, mas a zaga remista esteve sempre firme.

Do meio para frente, o Remo esbarrava em erros nas tomadas de decisão, principalmente por parte de Alef Manga, além de uma certa inibição de David Braga, que ficou muito preso à marcação. Jajá era o mais incisivo, embora repetindo a pouca eficiência nas finalizações.

O segundo período trouxe a equipe carioca com maior aproximação entre volantes e homens de frente. Como consequência disso, logo aos 8 minutos, Thiago Mendes recebeu passe na área, limpou a jogada e cruzou para Andrés Gomez, que estava na direita. O colombiano fintou Mayk e bateu forte, no canto direito de Marcelo Rangel, abrindo o placar.

O Vasco (RJ) ainda rondou a área azulina mais vezes. Aos poucos, o Remo foi se organizando melhor e abrindo caminho no setor defensivo adversário, com Jajá na esquerda e Marcelinho na direita. A pressão ofensiva cresceu ainda mais com as entradas de Diego Hernandez e Jaderson, fundamentais na reação empreendida pelos azulinos.

Gabriel Taliari, Marcelinho e Jaderson quase empataram em lances criados junto à área vascaína. Aos 38 minutos, Jajá sofreu falta dura na lateral, que Hernandez cobrou para o cabeceio perfeito de Marllon. Um empate justo, com o gol saindo quando o Remo já havia ligado o modo “desespero”. Justiça no placar em face dos progressos táticos do Leão, após as substituições.

Blog do Gerson Nogueira, 13/04/2026

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