Internacional-RS 1×1 Remo (Zé Ivaldo, Vitor Bueno e Galeano) – Foto: Raul Martins/Clube do Remo
Internacional-RS 1×1 Remo (Zé Ivaldo, Vitor Bueno e Galeano) – Foto: Raul Martins/Clube do Remo

Treinador avaliou as estreias de Galeano e Marlon, explicou as mudanças no segundo tempo e projetou a sequência do Remo no Brasileirão.

Da redação do Remo 100%, em 17/08/2026

O empate conquistado no último lance contra o Internacional (RS) foi valorizado pelo técnico Léo Condé. Após o 1 a 1 desta segunda-feira (17/08), no estádio Beira-Rio, o treinador reconheceu as dificuldades enfrentadas pelo Remo e destacou a importância de pontuar fora de casa na campanha de recuperação no Brasileirão.

Condé avaliou que o gol marcado por Carbonero logo no início alterou o cenário planejado. Em vantagem, o time gaúcho recuou as linhas e dificultou a criação azulina.

“Foi um jogo muito difícil, como já esperávamos. O gol no início atrapalhou nossa dinâmica. O Inter baixou as linhas e não encontramos espaços para entrar”, explicou.

Galeano melhora o lado direito

No intervalo, Condé promoveu a estreia de Antonio Galeano. A entrada do atacante paraguaio deu mais movimentação ao setor direito e ajudou o Remo a ter maior presença ofensiva.

“Fizemos algumas correções, e uma delas foi a entrada do Galeano, que trabalha bem pelo lado direito e deu vida ao setor. Ele foi muito bem. É normal ainda não conhecer algumas combinações de jogadas”, avaliou.

Marlon, que começou como titular na lateral-esquerda, também fez sua primeira partida pelo Leão. Condé reconheceu as dificuldades encontradas pelo jogador, mas ressaltou que toda a linha defensiva atuava junta pela primeira vez.

“Quem sofreu mais foi o Marlon. Nossa linha de defesa jogou junta pela primeira vez e ele oscilou durante a partida, mas acredito que os dois tendem a crescer e nos ajudar na reta final da competição”, afirmou.

Vitor Bueno segue nos planos

Autor do gol de empate aos 49 minutos do segundo tempo, Vitor Bueno recebeu elogios do treinador. Condé explicou que o meia ainda busca recuperar o melhor ritmo depois de enfrentar problemas físicos, mas permanece como uma peça importante do elenco.

“Vitor estava muito bem antes da lesão, mas depois não voltou tão bem, o que é normal. Alguns encaixes também não estavam funcionando, mas nunca descartamos o Vitor. Ele é um jogador de muita qualidade e contamos muito com ele para a sequência da competição”, destacou.

Condé também lembrou que o aproveitamento recente aponta uma reação do Remo, apesar da permanência na zona de rebaixamento.

“Temos que manter o aproveitamento das últimas 10 rodadas. Infelizmente, começamos mal a competição e agora fazemos uma campanha de recuperação. É importante vencer em casa e buscar pontos fora. Conseguimos 1 ponto importante, que vai nos ajudar, mas precisamos sempre fazer o dever de casa”, declarou.

Com 23 pontos, o Remo ocupa a 18ª colocação da Série A. O próximo compromisso será novamente longe de Belém – no sábado (22/08), às 16h, o Leão enfrenta o Fluminense (RJ), no Maracanã, pela 24ª rodada.

Com informações de O Liberal.

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8 COMENTÁRIOS

  1. O estádio beira Rio quase lotado e com ingressos a 20 reais,o que custa a essa diretoria fazer o mesmo no mangueirão em Belém,vai lotar e ajudar a torcida a empurrar o clube do Remo as vitórias em Belém ,esse papo de ingresso a 60 reais a arquibancada está salgado para o parar se, Tonhão seu incompetente vc precisa dar uma forra para a torcida azulina.

  2. Condó achou a utilidade do Bueno…jogar os últimos 15 a 20 min de jogo, por causa do seu preparo fisico fraco e pp qdo estamos perdendo. Só acho q ele insistir no Manga pela direita e no Patrick Tanque nao ajuda….o Manga é um falso 9 , no lugar do Talharim, q por sua vez precisa de um meia de ligação para jogar…ontem ele foi nulo. E ao invés do Patrick Tanque, bota o Edson….nao foi contratado como reforcó para isso?. Enfim, sofrido, mas empatamos.

    • Tu confunde-se preparo físico com características física. O Vitor Bueno tem esse preparo aí, que nem o Ganso passou a vida toda correndo menos que os outros, pode melhorar um pouquinho, mas nunca vai ser um jogador rápido e nem condutor de bola, o jogo dele é esse, inclusive caprichar nas batidas de bola parada e deixar vira e mexe um.jogador na cara do gol.
      Para “igualar” com os outros que correm mais, ele pode ser mais útil se não jogar o jogo inteiro. Mas o que adianta ter jogador com bom preparo físico, que corre pra lá e pra cá e não sabe chutar, pouco desarma, quase nunca dá passe pra gol, serve para o abafa, mas…
      Se ru fores ver esse Rodri (melhor jogador da copa, não na minha opinião jogar), vais ver que ele é lento, só joga numa zona, finaliza pouquíssimo, é alto e não cabeceia, mas desarma, naquela região que ele joga. Outro era o Busquet, era ótimo passador, enorme, vi ele fazer um gol de cabeça no auge do Barca. São caracteristicas de cada jogador. Depende do.jogo, do elenco para dar apoio, enfim.
      O problema de ficar repetindo que ele não TEM preparo físico é que pode passar a ideia de o ele não se prepara e acredito que não é isso que ocorre, entende?

      • Concordo com vc Guilmess, porém hoje em dia, ser Bom de Bola nao basta, tem q correr. Vc citou o Ex do Ganso, e concordo com vc, mas para jogar outros corriam por ela..no Santos era o Elano, Danilo e Leo…no Fluminense é o Cannobio, Martinele e o Hércules….e qdo o Ganso foi para a Europa, so vivia na reserva por causa dessa valencia fisica. Quem vai correr pelo Bueno?, o Picco e o Tanque??, sem condições. Eu nao disse q ele nao tem preparo, o q eu quis dizer é q o preparo dele para o campeonato de série A, sua intensidade é deficiente…e portanto tb concordo com vc.q ele so possa jogar no Segiundo tempo ou em extrema necessidade.

  3. O Leão poderia baixar o bilhete de arquibancada de R$60,00 para R$50,00 desde que seja possível colocar 45.000 bilhetes no Mangueirão a disposição da torcida do Leão, entretanto a Torcida poderá não corresponder esgotando os bilhetes, por isso a Diretoria deverá continuar com os preços atuais que proporciona uma média de 25.000 torcedores. Não temos dúvida que com que a proposta de baixar o bilhete para aumentar a força do Leão em campo pode decidir sua permanência na A, sabemos que a Torcida existe porém depende da força que vem das arquibancadas lotadas.

  4. O Remo passou a controlar e dominar a partida a partir da correção tática e substituições feitas pelo Condé no intervalo do jogo, inclusive poderia ter saído com a vitória se tivesse caprichado mais no último passe e nos chutes a gol.

    Ponto importantíssimo conquistado em jogo fora. Com mais 22 pontos nos 15 jogos que restam, por exemplo, mais 6 vitórias e 4 empates, o Remo chegará aos 45 pontos e sua permanência na série A. É factível!

    Remo é para que acredita!

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