Fluminense-RJ 2×1 Remo (Zé Welison e Marcelinho) – Foto: Marcelo Gonçalves/Fluminense-RJ
Fluminense-RJ 2×1 Remo (Zé Welison e Marcelinho) – Foto: Marcelo Gonçalves/Fluminense-RJ

Técnico avaliou que o Leão conseguiu limitar o Fluminense-RJ, mas pecou nas transições e na marcação do escanteio que originou o segundo gol.

Da redação do Remo 100%, em 23/08/2026

Léo Condé considerou que o Remo executou parte da estratégia planejada para enfrentar o Fluminense (RJ), mas lamentou os erros que determinaram a derrota por 2 a 1, neste sábado (22/08), no Maracanã.

O Leão abriu o placar com Jajá e terminou o primeiro tempo em vantagem, apesar do domínio territorial do adversário. Na etapa final, porém, o Fluminense (RJ) aumentou a pressão e virou com gols de Hulk e Kevin Serna.

Segundo Condé, o plano era bloquear as aproximações e triangulações do time carioca pelo centro. A estratégia funcionou durante boa parte da partida, mas o Remo teve dificuldades para manter a bola depois de recuperá-la.

“O Fluminense (RJ) é um time que privilegia a posse de bola não apenas contra o Remo, mas em toda a competição. Conseguimos dificultar as jogadas de aproximação e triangulação por dentro. Faltou aproveitar melhor as transições e, quando ganhávamos campo, ficar um pouco mais com a bola”, analisou.

Condé lamenta leitura tardia no segundo gol

O treinador avaliou que o Remo conseguiu resistir aos primeiros minutos de pressão após o intervalo. O empate nasceu de uma jogada individual de Soteldo pela esquerda, seguida pela cabeçada de Hulk. A bola atingiu o travessão, quicou com efeito e entrou.

Para Condé, o erro mais evitável ocorreu no gol da virada. A comissão técnica havia alertado os jogadores sobre as cobranças curtas de escanteio do adversário, mas o time demorou a reagir no lance.

“Alertamos sobre a possibilidade da bola curta. Eles fizeram o dois contra um, demoramos a fazer a leitura, não saímos na cobertura e não encurtamos o cruzamento. Eles colocaram a bola na área e fizeram o segundo gol”, lamentou.

Na jogada, Riquelme Felipe recebeu após a cobrança curta e cruzou para Kevin Serna marcar de cabeça.

Substituições buscavam saída da pressão

Condé iniciou a partida com Vitor Bueno no lugar de Leonel Picco e promoveu o retorno de Marllon à zaga. Durante o segundo tempo, utilizou David Braga, Alef Manga, Galeano, Patrick e Picco.

A entrada de David Braga tinha o objetivo de oferecer uma referência capaz de proteger a bola e ajudar o Remo a superar a pressão exercida pelo time da casa.

“Estava difícil sair da primeira pressão. Entendemos que era o momento de colocar o David, um jogador mais forte, que segura e sustenta a bola, para conseguirmos sair”, explicou.

Manga e Galeano substituíram Jajá e Marcelinho por causa do desgaste físico. De acordo com o treinador, os dois titulares já apresentavam sinais de cansaço diante da intensidade da partida.

Condé também afirmou que continuará testando diferentes formações. No Maracanã, o Remo alternou momentos com três volantes e uma estrutura com Vitor Bueno mais centralizado e Yago Pikachu como meia pelo lado.

Características definem escolhas no ataque

O treinador ressaltou que a escalação ofensiva depende das características do adversário. Jajá é utilizado quando a equipe busca mais velocidade nas transições, enquanto Alef Manga oferece maior capacidade de retenção da bola.

Gabriel Taliari, por sua vez, ainda procura recuperar o melhor ritmo depois da lesão que o afastou da equipe.

“Taliari ainda não está no ritmo ideal e tem alternado durante os jogos, mas é um atleta em quem confiamos. Ele só vai adquirir sua melhor condição jogando. A cada partida analisamos o adversário e escolhemos o jogador com a característica mais adequada”, afirmou Condé.

O Remo permanece na zona de rebaixamento, com 23 pontos. O próximo compromisso será contra o Coritiba (PR), no dia 31/08, às 20h, no Mangueirão.

Com informações de Globo Esporte, O Liberal e Diário Online.

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8 COMENTÁRIOS

  1. Nosso elenco Azulino precisa aprimorar o condicionamento físico e técnico, principalmente o Alef Manga que, infelizmente, confirma ser jogador de Série B. Saudações Azulinas, e rumo à permanência na Série A do futebol brasileiro!

  2. O 1º gol do Flu foi espírita, pois a bola bateu no travessão, quicou no chão, em vez de ir para frente voltou em direção ao gol e entrou. O 2º gol foi novamente de bola parada, é um gargalo desse time do Remo.

    Mas seria pedir para ser goleado se o Remo fosse para cima, se abrindo, pois time do Fluminense é de altíssimo nível, bem superior ao do Remo, com destaque ao toque de bola e as rápidas recuperações.

    A proposta de jogo do Remo foi certa, se fechar, jogar no erro do adversário e buscar o gol em contra-ataque, deu certo até o momento que o time teve fôlego. As substituições não funcionaram.

    Outro gargalo é a armação, os especialistas são muito lentos, a bola era facilmente roubada pelos jogadores adversários, prejudicando a tradição rápida no contra-ataque do Remo.

    Zé Ricardo jogou muito ontem de volante, o Marcelinho foi um guerreiro.

    Destaque à não expulsão do jogador do Fluminense em lance violento, uma agressão ao Marcelinho que o VAR não acionou.

  3. Para mim Condó errou ao colocar o Bueno de titular….abriu um buraco no meio e deixou um latifúndio q os jogadores do Flu aproveitaram…tivemos 2 chances somente no primeiro tempo e conseguimos aproveitar uma…mesmo sendo dominados pelo Flu e pela escolha errada de Cpndó. No segundo tempo ao invés de fechar o time, ele manteve a mesma formação e qdo trocou…trocou errado. Levamos a virada e nao tínhamos força para reagir…pena

  4. São 3 Zé b*cetas…Presidente, Executivo e esse técnico pomba lesa….que não faz treino tático e tecnico com esse time e ainda escala e substitui erradamente por amor a alguns merdas. Remo perdeu a chance de retirar esse bosta no intervalo de copa.

  5. Condé tens que mudar de profissão porque treinador de futebol tu não és e nunca fostes. Porra Tonhão BURRÃO traz o Guto Ferreira de volta, este treinador deu um show de padrão tático no acesso e graças a ele estamos na A……

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