
Diretor jurídico Gustavo Fonseca representa o Leão em encontro com clubes das Séries A e B; atuação do VAR e possíveis mudanças nos protocolos estão entre os assuntos.
Da redação do Remo 100%, em 10/08/2026
O Remo participa, nesta segunda-feira (10/08), de uma reunião promovida pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) com representantes de clubes das Séries A e B. A arbitragem brasileira e possíveis mudanças nos protocolos adotados durante as partidas estão entre os principais assuntos previstos para o encontro.
O Leão será representado pelo diretor jurídico Gustavo Fonseca. A participação ocorre poucos dias depois de o clube formalizar uma reclamação contra a arbitragem da partida diante do Santos (SP), pelas oitavas de final da Copa do Brasil.
Além das questões relacionadas à arbitragem, o encontro integra as conversas entre a CBF e os clubes sobre mudanças na organização do futebol brasileiro e a possível formação de uma liga nacional.
Remo cobra explicações após eliminação
A principal reclamação azulina envolve a expulsão de Marllon durante a derrota para o time santista, no Mangueirão. Aos 27 minutos do primeiro tempo, Anderson Daronco (RS) aplicou inicialmente o cartão amarelo ao zagueiro, mas mudou a punição para vermelho depois de ser chamado pelo VAR, comandado por Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira (MG).
Na avaliação do Remo, a revisão desconsiderou uma falta sofrida por Marllon no início da jogada. A diretoria entende que a expulsão interferiu diretamente no andamento da partida e contribuiu para a eliminação da equipe.
O clube também questionou o procedimento utilizado durante a análise do lance. Após a divulgação do áudio pela CBF, o Remo apontou uma possível participação indevida na comunicação da cabine do VAR e solicitou esclarecimentos à Comissão de Arbitragem.
Em nota oficial, a diretoria informou que apresentaria uma representação formal contra a equipe responsável pela partida. O documento foi assinado pelo presidente Antônio Carlos Teixeira, o Tonhão, e por Gustavo Fonseca.
No empate por 2 a 2 com o Atlético (MG), o Remo voltou a reclamar da arbitragem. Yago Pikachu caiu na área após uma disputa com Bernard, mas Ramon Abatti Abel (SC) mandou o jogo seguir. Segundo a transmissão da partida, o VAR analisou o lance e decidiu não recomendar a revisão no monitor.
Em outro momento, a arbitragem de vídeo chamou o árbitro para rever um possível pênalti de Marllon em Kauã Pascini, favorável ao time mineiro. Após consultar as imagens, porém, Abatti Abel manteve a decisão de campo e também não assinalou a penalidade.
Dirigente pede mudanças estruturais
Depois da eliminação na Copa do Brasil, o vice-presidente Glauber Gonçalves ampliou as críticas e defendeu mudanças estruturais na arbitragem brasileira. O dirigente também voltou a questionar o tratamento recebido por clubes das regiões Norte e Nordeste nas competições nacionais.
A participação na reunião desta segunda-feira (10/08) permite que o Remo apresente suas insatisfações diretamente à CBF e aos demais clubes. A expectativa é que o debate não se limite a lances isolados, mas também aborde os critérios e os procedimentos utilizados pela arbitragem de vídeo.
Possíveis mudanças nos protocolos
Entre os temas previstos para discussão estão propostas para ampliar as situações em que o VAR poderá recomendar uma revisão. Atualmente, o protocolo restringe a interferência a gols, possíveis pênaltis, cartões vermelhos diretos e erros de identificação de jogadores.
A pauta poderá incluir lances de escanteio que resultem diretamente em gol e erros relacionados à aplicação de cartões. Qualquer mudança, entretanto, dependerá das regras estabelecidas pelos órgãos responsáveis pelo futebol e não poderá ser adotada unilateralmente pela CBF.
Outros procedimentos também estarão em debate, como o tempo destinado ao atendimento de jogadores e a formação dos chamados “bolinhos” ao redor do árbitro. Uma das possibilidades é aumentar a responsabilização dos atletas que cercarem o juiz para pressioná-lo durante as partidas.
Manifestações públicas também serão debatidas
A utilização de notas oficiais pelos clubes para contestar decisões de arbitragem deverá ser outro assunto do encontro. A avaliação apresentada pela CBF é que a repetição de manifestações públicas pode alimentar dúvidas sobre a credibilidade das competições.
Os clubes, por outro lado, cobram maior transparência, uniformidade nos critérios e respostas mais rápidas sobre decisões consideradas equivocadas.
É nesse contexto que o Remo chega à reunião. Depois de tornar pública sua insatisfação e encaminhar uma representação à CBF, o clube terá a oportunidade de defender suas reivindicações diretamente no debate sobre os caminhos da arbitragem brasileira.
Com informações do Diário Online, Clube do Remo e UOL.


Isso já se tornou costumaz em relação ao REMO e NADA foi feito,para mostrar nossa indignação com essas arbitragens MAL INTENCIONADAS.E o problema é mais grave ainda,pois até mesmo regionalmente o REMO SEMPRE é PREJUDICADO,levando desvantagem ate mesmo mesmo contra as CALOTEIRAS FALIDAS….
Isso tdo é jogo de cena da famigerada CBF e serve so para intimidar os times menores. O Remo nao tem q cair em balela em continuar a fazer o q todas as gds fazem…reclamar mto, reclamar publicamente, espernear na mídia, entrar com representação, ir ao comitê de arbitragem reclamar….fazer Bastidores, pq isso tb ganha jogo.
Reunião com comissão de arbitragem, tudo em vão ja houveram milhões de reuniões em todas as competições da cbf e tudo em vão continuão as mesmas roubalheiras, desonestidades dos juizes…
Quem manda na CBF, são a turma do Eixo, do clube dos TREZE, há investimentos por imagens, transmissão de jogos , canais fechados que compram, e quem vcs acham que eles querem na sua grade de transmissão? Por aí começa a manobra,os patrocinadores das competições, há muita gente por trás, bastidores, o presidente e vice da CBF, são do Norte,mas não manda em nada lá, são marionetes nas mãos do grupo do Eixo, do clube dos TREZE, . Quando começam a investigar os esquemas , manobras, e muito dinheiro em jogo , começam a descobrir corrupção na CBF, então para abafar o caso abrem um cortina de fumaça e trocam o presidente, dão um tempinho nos esquemas, mas logo tudo volta a normalidade,por isso o futebol brasileiro está em decadência, se continuar desse jeito, provavelmente não vai se classificar p próxima copa do mundo .
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