O empate em 2 a 2 do Clube do Remo diante do Mirassol (SP), nesta quarta-feira (04/02), no estádio Mangueirão, esquentou o clima nos bastidores azulinos. Depois de construir uma vantagem de 2 gols ainda no primeiro tempo, o Leão caiu de rendimento na etapa final e permitiu a reação do adversário, deixando escapar 3 pontos em casa.
Em entrevista concedida logo após o apito final, o presidente Antônio Carlos Teixeira comentou a situação do comando técnico e admitiu a pressão sobre o trabalho do treinador Juan Carlos Osorio, que vem sendo criticado por mexer demais na equipe. Segundo Tonhão, a diretoria realiza avaliações constantes e cobra desempenho compatível com a grandeza do clube.
“Todo técnico fica na corda bamba de acordo com os resultados. O Remo precisa ser vitorioso e não pode desperdiçar pontos dentro de casa como aconteceu hoje”, afirmou.
Para o presidente, a postura da equipe no Mangueirão precisa ser mais consistente, especialmente após um primeiro tempo dominante. O tropeço diante do time paulista intensificou as cobranças e colocou o futuro da comissão técnica sob análise.
Diário Online, 05/02/2026


