Alguns jogadores se destacaram por rendimento, entrega e comprometimento na campanha do Remo, em nível acima dos demais atletas do elenco. Em primeiríssimo plano, acima de todos, aparecem 2 nomes de grande importância para a conquista – Pedro Rocha e Marcelo Rangel. Verdadeiras instituições azulinas!
Pedro Rocha foi o melhor jogador do campeonato e o principal artilheiro, com 15 gols marcados. Ninguém exemplifica melhor a sinuosa trajetória do Leão do que o camisa 32.
Assim como todo o resto do time, ele iniciou bem sob o comando de Daniel Paulista, caiu de rendimento quando o comandante era António Oliveira e renasceu com Guto Ferreira, tornando-se mais decisivo ainda.
Marcou gols de valor inestimáveis, como o marcado na partida contra o Goiás (GO), que reabriu as esperanças e sacudiu a massa no Mangueirão.
Marcelo Rangel foi outro pilar, garantindo lá atrás vitórias importantes. O melhor goleiro da Série B foi sempre preciso e econômico, sem firulas desnecessárias. Viveu momentos de aflição, após a lesão no joelho que o deixou fora de combate por 2 semanas.
Quando ninguém imaginava que poderia voltar ao gol azulino, pois a previsão era de um tratamento de 2 a 3 meses, ele se ergueu e voltou a campo em 14 dias, bem a tempo de garantir segurança ao sistema defensivo do Leão.
Além de ambos, é justo destacar também o volante Caio Vinícius, o zagueiro Klaus e os atacantes Nico Ferreira, Diego Hernandez e João Pedro. A reinvenção de Caio Vinícius é um dos milagres operados por Guto Ferreira, que mudou seu posicionamento, transformando-o em um atacante improvável em vários jogos.
Na zaga, Klaus brilhou pela regularidade. Impecável no jogo aéreo, aplicado nos lances de chão, ele foi um dos responsáveis pela boa performance da defesa remista – o Remo terminou como um dos 3 times que menos perderam, com somente 8 derrotas na competição.
Os uruguaios Nico e Diego precisaram de tempo para pegar ritmo e condicionamento, mas quando isso ocorreu, tornaram-se peças imprescindíveis na equipe. Hernandez brilhou nas cobranças de falta, enquanto Nico pontificou com aplicação e disciplina tática.
Por fim, é preciso falar de João Pedro, transformado em herói na apoteótica jornada final diante dos goianos. Com poucos e importantes gols, como na vitória sobre o Cuiabá (MT), o centroavante português provou sua importância com os gols que levaram o Remo à elite.
Blog do Gerson Nogueira, 25/11/2025



Desses só discordo do Nico e Joao Pedro….nao são jogadores de A. Apesar do gols do acesso o João é mto ruim, não tem condições nenhuma de A….e o Nico apesar de correr mto, marcar bastante e ser responsável taticamente, ele não sabe driblar, não tem X1e nunca vai a linha de fundo cruzar…,90% das vzs qdo recebe a bola ele só recua a jogada….tb insuficiente para serie A. Agradecer os esforços, a ajuda na B, mas dispensar
Nico deve ficar no Leão enquanto que João Pedro deverá ser cobiçado por outros Times do Brasil e do Exterior, dificilmente João Pedro continuará em 2026 no Leão, existem poucos centroavantes no mercado de boa estatura como a de João Pedro que são oportunistas e sabem se deslocar com rapidez.
Errou as duas afirmações.
Ambos já tem contrato com o Remo pra 2026.
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