O Remo teve uma sequência de avanços nas práticas e condutas no Baenão em 2024, com o futebol comandado pelo executivo Sérgio Papellin. Acesso ao Baenão restrito a quem trabalha, avanço nas condições de trabalho e rotina de cobranças.
Assim mesmo, o Remo só engrenou sob comando do técnico Rodrigo Santana, quando o receio de queda virou confiança e acesso à Série B. O processo se repetiu este ano, na gestão do executivo Marcos Braz. O Leão só desatolou nos 10 últimos jogos, em grande mobilização liderada por Guto Ferreira.
Entre marchas e contramarchas, o Leão chegou à elite e vive novos choques enquanto se adapta a uma outra realidade. Contudo, em estrutura, mentalidade e organização, não cabe comparação entre o Remo da última presença na Série A (1994) e nem mesmo com o de 4 anos atrás.
O Remo ainda é um clube defasado, mas em franco crescimento, com perspectivas de decolagem.
Campanha
No primeiro momento, o sucesso de Juan Carlos Osorio no Remo será medido pelos resultados em campo, mas o técnico colombiano tem uma linha de trabalho que deve render outros legados. Ele tem muito a contribuir no projeto de estruturação e de construção de uma cultura de futebol profissional do Leão.
Essa cultura de profissionalismo nos funcionários e nos dirigentes é o pode dar solidez ao clube para uma continuidade na Série A. Se o Remo fluir assim, vai inspirar todo o seu entorno. Que assim seja!
Nota oficial
O jogo do acesso do Remo mostrou o poder de uma nota oficial. Tão logo a CBF escalou o árbitro Raphael Claus (Fifa-SP), o Remo emitiu nota lembrando que o mesmo árbitro havia cometido erros determinantes em 2021, no jogo que decretou o rebaixamento azulino à Serie C, com o empate sem gols com o Confiança (SE), no Baenão.
Claus fez ótima arbitragem no jogo contra o Goiás (GO) e, no calor da festa do acesso, ainda no gramado, se dirigiu ao presidente azulino Antônio Carlos Teixeira acusando-o, aos berros, de ter cometido uma deslealdade. Assim, Claus passou recibo do êxito do Remo com sua nota oficial.
Coluna de Carlos Ferreira, 22/12/2025



Na onda da meritocracia Guto Ferreira merecia permanecer treinador do Remo em 2026. Guto não fica nada a dever ao Osório…….
Pra você ver como ele é mal.intencionado quando quer,foi lá com Tonhão e detonou o Presidente,se não houvesse os “gritos” do Presidente,talvez esse safado tivesse novamente sacaneado o Remo.
Concordo @Vicente. Esse árbitro se esconde com o rótulo Fifa, que, provavelmente, arrumaram para ele ou por merecer mesmo face arbitragens imparciais que faça e demonstre qualidade. Mas, pela atitude que tomou, demonstrou que nem sempre a imparcialidade existe. A manifestação do Remo “tocou na ferida”, do contrário um árbitro de padrão Fifa, como carrega o rótulo, não teria se incomodado. Outro que não pode ser esquecido é aquele de sobrenome Bento, que apitou Remo x Criciúma aqui Belém no último jogo, com o pênalti roubado no último minuto que o VAR contestou. Outro, de campeonato passados, é o Marcelo Henrique. Se pensarmos e lembrarmos, são vários. Por outro que “errem” a favor não se encontra um e nem queremos. O que se quer é a ímparcialidade.
Perfeito Jamil,excelente lembrete,e que sirva de alerta para nossa Diretoria
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