Clubes que conviveram durante décadas com orçamentos apertados e dificuldades terríveis para equilibrar receita e despesa costumam enfrentar problemas quando alcançam um patamar de segurança financeira. Sair da “pindaíba” para a fartura não é um processo simples. É o momento de organizar as contas e redobrar cuidados com os gastos!
É justamente a situação do Remo que, no espaço de um ano, conquistou 2 acessos – da Série C para a Série A – e saltou de um orçamento inferior a R$ 2 milhões em 2024 para cerca de R$ 4 milhões em 2025 e agora vai para algo em torno de R$ 180 milhões, entre contratos, premiações e patrocínios diversos.
O volume de recursos previstos para a próxima temporada vai exigir da gestão uma rígida política de investimentos, capaz de equilibrar as exigências pela montagem de um elenco competitivo para a disputa do Brasileirão e os gastos com as obras estruturais, igualmente importantes e urgentes, com destaque para a finalização do CT de Outeiro e a revitalização do Baenão.
Nunca antes em sua história o Remo teve tantos recursos financeiros para se organizar e investir, tornando-se verdadeiramente grande no cenário do futebol nacional.
A chance é única e impõe muita responsabilidade. Todos os envolvidos estão conscientes desse momento especial na vida do clube. Ao contrário do que ocorreu da última vez em que esteve na Série A, o cenário atual dá ao Remo a condição de ingressar na elite do futebol brasileiro com recursos suficientes para permanecer lá por muito tempo.
Blog do Gerson Nogueira, 28/11/2025



Espero que o Remo não cometa a besteira de dispensar ou perder o diretor e executivo de futebol Marcos Braz que valeu cada centavo que ganhou no Remo,e não tenho dívida nenhuma que será de suma importância no leão na série A,para montar o elenco e trazer jogadores competitivos com seu conhecimento ,fora as ideias de investimentos para o leão azul subir de patamar de uma vez por todas, série C nunca mais,tem de ficar em um nível de Bahia,vitória, Sport,fortaleza , atlético PR,Coritiba e outros grandes,que desce as vezes a série B,mas logo retornam a elite.