Galdezani – Foto: Samara Miranda (Clube do Remo)
Galdezani – Foto: Samara Miranda (Clube do Remo)

Após a eliminação da Copa Verde, o relógio cronológico do Clube do Remo dará exatamente uma semana e meia de tempo para que a comissão técnica faça os devidos ajustes, até o retorno a campo, novamente contra o maior rival, pela 8ª rodada do Campeonato Paraense.

Com Remo e Paysandu classificados na 1ª e 2ª posições, respectivamente, além de não terem sido alcançados pelos demais times nos jogos da rodada, a FPF transferiu a partida para o dia 09/04, marcando a reinauguração oficial do novo Mangueirão.

Na prática, o Leão saiu da Copa Verde com algumas necessidades escancaradas, algo já detectado pelo Departamento de Futebol, que providenciou as contratações do lateral-direito Lucas Marques, do volante Matheus Galdezani e do meia Álvaro.

Na prática, esses setores apresentavam certa inconstância, sobretudo o lado direito, haja vista que na atual montagem dos titulares, a função de abastecimento dos atacantes tem sido desempenhada por volantes mais avançados. O time vem atuando com 3 atacantes, sendo 2 deles pelas extremas, enquanto Muriqui segue como centroavante.

No entanto, nem tudo são flores no jardim azulino. Mesmo com novidades, Marcelo Cabo também possui desfalques significativos.

O volante Pablo Roberto está sob cuidados médicos, com uma lesão muscular que o tirou de campo na metade do segundo tempo no último jogo, e segue como dúvida para o clássico.

Sendo confirmada sua ausência, os candidatos a substituto são Rodriguinho, Soares, Galdezani e Álvaro.

O volante Richard Franco e o atacante Diego Tavares devem reaparecer depois de cumprirem suspensão no jogo da Copa Verde, enquanto o lateral-direito Lucas Marques deve estrear no lugar de Lucas Mendes, suspenso.

Na lateral-esquerda, a tendência é que Leonan seja o titular. As grandes dúvidas devem estar no meio-campo, com os novos candidatos a entrar no time titular.

Galdezani, neste ponto, pode ganhar a vaga pelo entrosamento, após ter trabalhado com Muriqui, Pablo ROberto e Diego Tavares em clubes anteriores ao Remo.

No entanto, nada garante que o técnico aposte as fichas em novidades logo de cara. Embora já classificado, o Clube do Remo precisa manter uma regularidade tática, evitando que o grupo entre em um desgaste e a pressão externa comece a afetar a produtividade.

Uma possível formação entre as várias disponíveis para o Re-Pa seria com Vinícius; Lucas Marques, Ítalo, Diego Guerra e Leonan; Anderson Uchôa, Galdezani e Richard Franco; Pedro Vitor, Diego Tavares e Muriqui.

O Liberal.com, 04/04/2023

6 COMENTÁRIOS

    • Concordo de certa forma. Para o lugar do Vinícius, o Remo tem o Zé Carlos, que toda vez que atuou não deixou a desejar. Vai acabar se invocando em ficar numa eterna reserva e sair, carreira de jogador é curta. Uchôa se esconde atrás de passes para zagueiros, goleiro e para os meias que vem buscar a bola, ou seja, passes para trás e laterais. “Erra pouco” porque não se arrisca e segue enganado por 3 anos. O Remo perdeu o Rexpa desde o primeiro jogo quando abriu mão da justa objetividade, ficou tocando de lado, que para muitos pareceu o certo e perdeu a oportunidade de com um jogador a mais, matar a partida e quem sabe o confronto.

  1. Esse Ovídio de ser bem mucurento…Só pode, pra estar falando besteira…..vai secar tua mucura..

  2. O treinador que leva como opção no banco Rai, Pingo e Roni não sabe o que é um RExPA, obvio que esses caras não dão conta do recado e não sei o que ainda fazem no Remo.

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