Mangueirão
Mangueirão

A paralisação do futebol em escala mundial é uma medida para a não propagação do coronavírus. Não só a paralisação do futebol, como também a interrupção do convívio social.

Obviamente que a questão da saúde pública é prioritária nesse momento, mas há outros problemas que surgem da paralisação. No esporte paraense, o impacto será observado no projeto de reforma do estádio Mangueirão.

A obra, inicialmente prevista para o segundo semestre deste ano, deve sofrer atrasos. É inevitável, de acordo com que informou o secretário adjunto da Secretaria de Esporte e Lazer (Seel), Victor Borges.

“Infelizmente, não sabemos o tempo que a ação irá durar. Somente depois é que será licitado, creio eu”, disse o gestor do Mangueirão.

No momento, o estádio está sendo utilizado em uma ação social para abrigar moradores de rua. Todos esses recentes episódios também paralisaram reformas, intituladas de manutenção.

Até então, a reforma englobava outro órgão público, que é a Secretaria de Obras do Pará (Sedop), que estava conduzindo quase que exclusivamente o cronograma, com o auxílio da Seel, que é o órgão que administra a praça esportiva.

O projeto final estava na fase de adequações em que desportistas sugerem possíveis novos espaços.

Em aproximadamente um ano, o estádio Mangueirão protagonizou dois episódios de problemas estruturais em que parte de reboco caíram do teto. Não houve vítimas em ambos os incidentes. O primeiro foi em janeiro de 2019, dias antes da abertura do Parazão, enquanto o segundo foi neste mês de março, pouco antes da realização de um clássico Re-Pa.

O Liberal.com, 26/03/2020

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