
Glauber Gonçalves e Milton Campos aparecem em articulações para o pleito de novembro, enquanto atual presidente reconsidera decisão de não buscar novo mandato.
Da redação do Remo 100%
A eleição do Remo começa a ganhar novos contornos nos bastidores. Depois das movimentações envolvendo os dois atuais vice-presidentes do clube, Antônio Carlos Teixeira, o Tonhão, passou a reconsiderar uma decisão anterior e agora avalia disputar a reeleição.
O atual presidente inicialmente não pretendia buscar um novo mandato, mas a formação de diferentes grupos políticos dentro do clube teria provocado uma mudança de cenário. Segundo o Roma News, uma eventual candidatura de Tonhão é discutida como possibilidade de concentrar forças da atual gestão e evitar uma fragmentação dos votos entre diferentes chapas.
Glauber Gonçalves e Milton Campos, eleitos ao lado de Tonhão em 2023, aparecem envolvidos em articulações para a eleição marcada para 08/11, que definirá a administração azulina para o triênio 2027–2029.
Glauber aparece nas articulações
Glauber foi eleito primeiro vice-presidente na chapa de Tonhão e teve presença pública constante durante a atual gestão.
O dirigente já manifestou publicamente a possibilidade de formar uma chapa para concorrer à presidência. Segundo o Diário Online, um dos nomes cotados para acompanhá-lo como vice é o médico Jean Klay, chefe do Departamento Médico do Remo.
Nos bastidores, Glauber aparece como um nome associado à continuidade da atual administração, embora nenhuma chapa tenha sido registrada oficialmente até o momento.
Milton volta ao cenário eleitoral
Milton Campos, segundo vice-presidente, também passou a aparecer nas movimentações recentes.
Segundo informação divulgada inicialmente pelo jornalista Danilo Pires, da RBATV, um grupo formado por conselheiros e beneméritos iniciou conversas com o dirigente para avaliar a formação de uma chapa para a eleição.
A movimentação chama atenção pela trajetória recente de Milton dentro da própria gestão.
Em novembro de 2024, ele chegou a anunciar sua saída da vice-presidência por questões particulares. A decisão não foi formalizada junto ao Conselho Deliberativo e, em janeiro de 2025, o clube anunciou sua permanência após uma nova conversa com Tonhão.
Milton teve exposição pública mais discreta durante parte da atual administração e voltou a aparecer com maior frequência no noticiário nos últimos meses.
Ainda não está claro, porém, qual posicionamento adotaria em uma eventual candidatura. Embora integre a administração atual, não há até agora elementos suficientes para classificá-lo como candidato de oposição ou de continuidade.
Articulações dos vices podem recolocar Tonhão na disputa
A principal novidade no cenário é a possibilidade de o próprio Tonhão tentar permanecer na presidência.
Segundo apuração do Diário Online com fontes ligadas à alta cúpula azulina, o presidente ainda não definiu se disputará a reeleição e pretende tomar uma decisão somente depois do primeiro turno das eleições gerais, marcado para 03/10. Tonhão concorre neste ano ao cargo de deputado estadual.
O Roma News acrescenta que o atual presidente inicialmente não pretendia disputar um novo mandato, mas passou a reconsiderar a decisão diante das articulações de diferentes grupos políticos dentro do Remo.
Segundo o veículo, uma eventual candidatura teria como objetivo concentrar forças que poderiam se dividir entre diferentes chapas, evitando uma fragmentação política e buscando dar continuidade ao projeto iniciado na atual administração.
A possibilidade ganha importância justamente porque Glauber Gonçalves e Milton Campos, os dois atuais vice-presidentes, aparecem envolvidos em articulações distintas.
Assim, uma eleição que inicialmente caminhava para a sucessão de Tonhão pode assumir outra configuração, com o próprio presidente podendo voltar à disputa enquanto integrantes de sua administração também trabalham na formação de candidaturas.
Tonhão também chegou à presidência como vice
O cenário guarda ainda uma coincidência com a história política recente do clube.
Antes de assumir a presidência, Tonhão foi vice-presidente durante a administração de Fábio Bentes. Em 2023, concorreu à sucessão e venceu a eleição com 61,6% dos 1.645 votos válidos.
Agora, três anos depois, seus próprios vice-presidentes aparecem como possíveis candidatos, ao mesmo tempo em que Tonhão considera permanecer no cargo por mais um mandato.
Inscrições seguem abertas
O cenário definitivo ainda poderá mudar nas próximas semanas. O período para inscrição das candidaturas individuais e das chapas começou em 04/09 e termina em 08/10. A votação será realizada exatamente um mês depois, em 08/11.
Além do Conselho Diretor, o processo eleitoral definirá a composição do Conselho Deliberativo e os comandos da Assembleia Geral.
Até o encerramento das inscrições, portanto, as movimentações envolvendo Tonhão, Glauber e Milton ainda poderão resultar em diferentes composições – inclusive em acordos entre grupos que hoje aparecem articulando possíveis candidaturas.
Com informações do Diário Online, Roma News, RBATV, O Liberal e Clube do Remo.


Eita os mesmos incompetentes de sempre, significa que são mais 3 anos de um monte de coisas muito mal planejada, e como sempre esperar pela sorte, pobre Remo.
O estatuto do Remo prega que o direito ao voto à presidencia é dos sócios, não poderia haver equivoco maior. A torcida azulina são aqueles que tem todo o direito ao voto isto é o justo. A votação pelo voto é muita maracutaia, parentes e amigos dos candidatos são os votantes prontos para darem seus votos aos seus apadrinhados. ABSURDO, TRÁGICO…….
Ei Otávio, quanta asneira tua.
O Remo NÃO é clube de esquina restrito ao futebol, é uma instituição SOCIAL muito grande com múltiplos esportes e ações voltadas aos seus stakeholders, por isso que é correto somente direito a voto em eleição de sua diretoria para sócios patrimoniais (proprietários e remidos).
Outra, a maioria esmagadora dos torcedores remistas não querem a volta do teu candidato Magnata e seus parceiros sanguessugas (que quase levam o clube à falência) no comando do Remo.
Se tu quiseres ter o direito de votar que compres um título patrimonial do Clube do Remo, aliás a mensalidade do título ainda é bem barata.
Meu camarada aqui o comentário é democrático e cada comentarista tem o direito de expressar no seu comentário aquilo que o comentarista acreditar o que é o certo. É claro que o clube do Remo não é clube de esquina nisto nós concordamos porém o futebol É o CARRO CHEFE do clube por onde entra muito dinheiro em comparação a outras modalidades esportivas. O futebol é o núcleo do clube, O Remo faturou aproximadamente uns 100 milhões com a copa do Brasil e série A. A natação, o futsal, handbol e outras modalidades amadoras daria todo este dinheiro ao clube ? Tu tens o direito de discordar porém tens a obrigação de respeitar o PONTO DE VISTA DE OUTRO REMISTA QUE NÃO COMUNGA COM TEU PONTO DE VISTA…….
Falaste em Magnata, neste ano ele nem sequer vai participar das eleições. Glauber Gonçalves que é a xerox do Tonhão vai dar continuidade ao pífio trabalho do pífio presidente.
DIGA-SE DE PASSAGEM, SOU SÓCIO PROPRIETÁRIO DO LEÃO AZUL HA MUITOS ANOS PORÉM NÃO VOTAREI NA CHAPA DO VICE DO PRESIDENTE ATUAL DEPOIS DA PÉSSIMA ADMINISTRAÇÃO QUE FEZ O CLUBE CAIR PRA SÉRIE B NO BATE-VOLTA. O TONHÃO FEZ MUITAS LAMBANÇAS ESTE ANO E O REFLEXO FOI ESTE FIASCO CAUSANDO NA TORCIDA UM SENTIMENTO DE FRUSTRAÇÃO………