Futuro do Remo divide opiniões entre conselheiros

12/10/2017
Conselho Deliberativo (Condel)

“Para mudar o que está errado, é preciso cobrar correções. Precisam ser feitas muitas coisas aqui, mas trocar de presidente não é uma solução pacífica que venha resolver todo problema do clube”, comentou o benemérito Emir Chaar, após participar da reunião do Conselho Deliberativo (Condel), na noite da última terça-feira (10/10).

O publicitário José Severo também expressou o mesmo pensamento do amigo Chaar e foi mais além, ao afirmar que o Remo está precisando de gente nova, com ideias modernas para o clube sair da penúria administrativa.

Por outro lado, o conselheiro Dirson Medeiros, da nova geração de azulinos, afirmou que mais uma vez o Condel não levou a serio o trabalho do Conselho Fiscal (Confis). Segundo ele, está provado de que o clube não respeita seu próprio estatuto, permitindo a desorganização contábil e financeira mesmo diante de um relatório bem explicito do Confis que apresentou uma série de irregularidades relacionadas à gestão de Manoel Ribeiro frente ao Codir (Conselho Diretor).

Para o presidente do Condel, Ângelo Carrascosa, o tempo é de evolução. “O que está acontecendo é porque o clube passou a cobrar mesmo por uma gestão regular e dentro da legalidade. Isso mostra um aperfeiçoamento dentro do Remo, o que forçará um maior cuidado ao Codir na hora de executar seu trabalho”, assinalou.

No começo de 2015, denúncias do Confis culminaram na renúncia do então presidente azulino, Pedro Minowa, depois de apenas alguns meses de mandato. Em 2016, André Cavalcante assumiu a agremiação e chegou a ser acusado de “gestão temerária”, mas seguiu até o final do mandato, mesmo sendo alvo do ex-presidente do Confis, Heitor Freitas. As contas de Cavalcante nunca foram aprovadas.

Agora, Manoel Ribeiro é mais um presidente na mira dos fiscais. O “Marechal” tem prazo de 30 dias para justificar os gastos e ajustar suas contas do primeiro quadrimestre de gestão.

O Liberal, 12/10/2017

2 Comments

  1. Jose

    12 de outubro de 2017 at 17:59

    Para o bem do Clube do Remo. É preciso cortar na carne. Afastamento definitivo do presidente. Dando cartabranca a essa nova geração de administradores. Temos que dar um choque de energia nesses conselheiros inertes .Hoje vivemos outra realidade. Temos que esquecer outras administrações do passado. Viver de presente. Veja o exemplo de nosso rival ,.Rindo de nós. Só não estamos mais ruim ,porque o Tourinho, quando presidente do rival, devolveu a Logo marca Clube do Remo, que tínhamos perdido na JUCEPA.

  2. Adauto Moura

    13 de outubro de 2017 at 10:49

    SOMENTE A MASSA AZULINA PODE E NECESSITA GRITAR EM UNÍSSONA : “FORA TODOS ELES!”

    PODEMOS RESUMIR ESSA REUNIÃO EM UMA ÚNICA PALAVRA SOBRE A “LAMA, PÂNTANO, LIMBO” EM QUE SE ENCONTRA O CLUBE. PALAVRA ESTA DE UMA TESE QUE PERMEIA ULTIMAMENTE (E POR QUE NÃO HISTORICAMENTE ?) OS ALICERÇES DA INSTITUIÇÃO CLUBE DO REMO, PREDOMINANTEMENTE O SETOR DE FUTEBOL “PROFISSIONAL”. TESE ASSIM COMPROVADA EM APARELHAMENTO, AMADORISMO CRÔNICO, CORPORATIVISMO, PATRIMONIALISMO, FISIOLOGISMO E CORRUPÇÃO. A PALAVRA : CONDEL = BORDEL!…OU AINDA, ANACRONISMO!