Remo 0×1 Santos-SP (Matheus Felipe e Leonel Picco) – Foto: Thiago Gomes/O Liberal
Remo 0×1 Santos-SP (Matheus Felipe e Leonel Picco) – Foto: Thiago Gomes/O Liberal

Mesmo com Marllon expulso durante a maior parte do jogo, Leão dificultou as ações do Santos-SP; números de público e renda reforçam apoio da torcida na Série A.

Da redação do Remo 100%, em 05/08/2026

A eliminação para o Santos (SP) encerrou a participação do Remo na Copa do Brasil, mas a postura apresentada no Mangueirão deixou uma impressão positiva. Mesmo disputando cerca de 70% da partida com um jogador a menos, após a expulsão de Marllon, o Leão manteve a organização e dificultou as ações do adversário.

Na avaliação do jornalista Carlos Ferreira, em sua coluna em O Liberal, o Remo se despediu da competição com dignidade. A equipe foi valente, mostrou aplicação tática e evitou que o adversário exigisse tantas intervenções do goleiro Marcelo Rangel.

O confronto foi decidido no segundo tempo. Neymar participou da construção da jogada e encontrou Rony, que marcou o gol da vitória santista por 1 a 0. Para o colunista, o equilíbrio apresentado tanto antes quanto depois da expulsão indica que o Remo teria condições de buscar a classificação se tivesse permanecido com 11 jogadores.

Laterais ganham participação ofensiva

Carlos Ferreira também destacou uma mudança tática observada no Remo após a retomada do calendário. Mayk passou a avançar com maior frequência pelo lado esquerdo e ganhou importância nas ações ofensivas da equipe.

Antes, apenas Marcelinho concentrava as principais subidas pelos lados do campo. Agora, a construção ofensiva estaria mais equilibrada entre os dois laterais. Contra o Santos (SP), essa movimentação pôde ser observada até a expulsão de Marllon, que obrigou o Leão a modificar sua postura.

Torcida impulsiona renda azulina

A força do Fenômeno Azul também aparece nos números da Série A. Segundo os dados apresentados pela coluna, o Remo possui a 13ª maior média de público pagante da competição, com 20.788 torcedores por partida e 207.882 ingressos contabilizados no total.

No ranking de renda, o desempenho azulino é ainda mais expressivo. O clube ocupa a 7ª posição, com arrecadação acumulada de R$ 10,2 milhões e média próxima de R$ 1 milhão por jogo.

A decisão contra o Santos (SP), embora não faça parte dessas estatísticas do Brasileirão, reforçou a capacidade de mobilização da torcida em partidas de grande apelo. O confronto pela Copa do Brasil recebeu quase 39 mil pagantes – considerando também as gratuidades, foram mais de 43 mil pessoas no Mangueirão.

A renda bruta se aproximou de R$ 2,9 milhões. Descontadas as despesas da partida, o resultado líquido ultrapassou os R$ 2 milhões, evidenciando o peso da torcida tanto no apoio à equipe quanto na geração de receitas para o clube.

Fora da Copa do Brasil, o Remo volta suas atenções exclusivamente para o Campeonato Brasileiro. O próximo adversário será o Atlético (MG), neste sábado (08/08), às 18h30, novamente no Mangueirão. O time mineiro aparece na 10ª colocação, com 28 pontos, e chega embalado pela vitória por 1 a 0 sobre o Juventude (RS), em Caxias do Sul (RS), também pela Copa do Brasil.

Com informações da coluna de Carlos Ferreira, em O Liberal.

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1 COMENTÁRIO

  1. Se fosse 11 X 11 a gente ganhava. Se o time jogar com a mesma vontade, garra, se esforçar fisicamente e aplicação tática desse jogo a gente se mantém na A. Só deixa o Marllon no Banco Condó, bota o Ivaldo ou Dúplex nacaçamba…..e pelo amor de Deus, nada de Tanque Patrick d volta. Finalmente: Talhari é no lugar de Manga e vice-versa, nao do Jajá. E Bueno, deixa so para o desespero nos últimos 15 min….se tiver outra opção, prefira a outra opção.

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