Chapecoense-SC 2×3 Remo (Marllon) – Foto: Rafael Bressan
Chapecoense-SC 2×3 Remo (Marllon) – Foto: Rafael Bressan

Claro que nada é mais importante que a sequência de resultados positivos, mas a análise mais justa é cima de processo e evolução de desempenho. Resultados são consequência!

O Remo conseguir se ajustar em meio a um planejamento equivocado e tumultuado no início da temporada, quando apostou no colombiano Juan Carlos Osorio.

Ganhou identidade no modelo de jogo e está ganhando personalidade com Léo Condé. É um time cada vez mais com a cara do Leão!

O Remo está reagindo por competência tática associada a uma intensidade física admirável. Um time valente e mais confiante a cada bom resultado. Assim, venceu Botafogo (RJ), Bahia (BA) e Chapecoense (SC), além de ter empatado com o Palmeiras (SP).

A fase é mágica e estará à prova no domingo (24/05), em Belém, com o Mangueirão lotado, diante do Athletico (PR), 5º colocado, com 24 pontos.

O sonho agora é sair da zona do rebaixamento antes da suspensão do campeonato para a Copa do Mundo. Depois dos paranaenses, resta ainda o São Paulo (SP), também em Belém.

Capitão

O zagueiro Marllon vem jogando pendurado com 2 cartões amarelos há 8 rodadas na Série A. Apesar da sua imposição física na área, não tomou o 3º cartão e segue apto, formando ótima dupla com o camaronês Duplexe Tchamba.

O jogador 34 anos, capitão do time, é sinônimo de segurança e liderança no elenco remista.

Versatilidade

O atacante Yago Pikachu tem 28 jogos pelo Remo, com 6 gols e 2 assistências. É um jogador de funções táticas preciosas no esquema de Léo Condé.

Nem dá para dizer que ele é o atacante da direita, pois na dinâmica tática do time, Pikachu faz papéis de meia, de volante, de lateral e de atacante pela direita, pela esquerda e pelo centro. É a peça mais eclética do time.

Volante

O volante Patrick, 33 anos, tem corrido demais na sua ascensão no Remo de Léo Condé. Isso deve explicar o fato de ele ter jogado um pouco abaixo do potencial em Chapecó (SC).

O Departamento de Fisiologia deve ter esse diagnóstico em dados estatísticos e pode significar uma programação regenerativa para Patrick, como forma de recolocá-lo na plenitude para domingo (24/05), quando vai reencontrar o Athletico (PR), agora como adversário.

Patrick foi peça importante no acesso do time paranaense à Série A, no ano passado.

Coluna de Carlos Ferreira, O Liberal, 19/05/2026

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