O meia David Braga teve a oportunidade de estrear com a camisa azulina no domingo (29/03), no empate em 1 a 1 contra o Monte Roraima (RR), em jogo válido pela 2ª rodada da Copa Norte de 2026.
Quando entrou em campo, o gramado do Baenão já estava totalmente encharcado pela tempestade que caía sobre Belém. Por esse motivo, não foi possível mostrar muita coisa além de vontade e empenho – e isso ele fez. Sua principal função, ser um armador no meio-campo azulino, nisso ele esteve impossibilitado.
Contra o Santos (SP), nesta quinta-feira (02/04), pela 9ª rodada da Série A, o Leão não terá seu principal maestro, o meia Vitor Bueno, lesionado. Outros desfalques certos são o zagueiro Marllon, suspenso pelo 3º cartão amarelo, e o volante Patrick, que tem vínculo com o time santista e não pode entrar em campo por imposição contratual.
Possivelmente, será de David Braga a responsabilidade de comandar o setor. Ele é o único jogador dentro do elenco com essas características. Nesta terça-feira (31/03), ele concedeu entrevista coletiva pela primeira vez como jogador do Remo e falou da expectativa de estar em campo, do desafio que é jogar uma Série A, da intensa relação com a torcida e de estar pronto para ajudar.
“Feliz, muito feliz por estar aqui. Feliz pela estreia, mas não foi como gostaria, na verdade. A gente buscou a vitória, mas infelizmente veio o empate. Estou bem e feliz. Esse namoro com o Remo já tem mais de um ano na verdade, desde o acesso com o Rodrigo Santana, que me treinou no Athletic (MG). Nessa época era mais difícil de vir. Esse ano teve a oportunidade de novo, eles contaram aqui comigo. Infelizmente, no começo do ano aconteceram coisas contratuais mesmo e, infelizmente, não deu certo, mas graças a Deus agora surgiu a oportunidade antes da janela fechar”, comentou.
“Me profissionalizei muito tarde, com 19 anos. Nunca tive uma base, sempre joguei o (campeonato) amador lá de Minas Gerais. No meu último ano de Sub-20, fiz uma ótima Copinha no Desportivo Brasil (SP) e fui emprestado para o Athletic (MG). Depois, fui para o Atlético (GO) e foi meu primeiro acesso para a Série A, em 2023. Voltei para o Athletic (MG) e tive acesso da Série C para a B. Ano passado, a gente pôde permanecer na Série B, fazendo um bom campeonato também”, contou.
“Esse ano, pretendo também, não só eu, mas coletivamente com a equipe, fazer uma excelente campeonato, permanecer na elite e, quem sabe, cavar uma vaguinha ali na Copa Sul-Americana”, completou Braga.
“Já tinha jogado aqui no Baenão contra o Remo. Foi bem difícil e caloroso. A torcida aqui faz uma festa linda. Fui bem recebido pelos torcedores também, minha família também foi bem recebida. A gente ficou muito feliz pelo carinho de todos e a gente pretende ficar aqui anos e anos, porque a gente já gostou bastante da cidade”, falou.
“A gente sabe das nossas prioridades, das 3 competições, mas venho aqui para ajudar. Se tiver que jogar as 3 competições, estou pronto. Vou me cuidar ao máximo, ter um mental forte também e vamos em busca de todos os objetivos. Lógico que tem prioridade, acho que é a Copa do Brasil e o Brasileirão, mas a Copa Norte também a gente não pode descartar. Um clube grande tem que entrar forte em todas as competições e é isso que a gente vai fazer no restante da temporada”, declarou o meia.
“A diferença é muito grande. O Remo subiu da Série C para a Série A em pouco tempo. É uma diferença muito grande agora, com jogadores mais técnicos, mais físicos, mais táticos também. O jogo em si é bem mais tático, tem que saber jogar e acho que contra o Bahia (BA) a gente esteve muito bem, a gente soube jogar. Temos que manter esse nível de concentração e seguir rumo aos nossos objetivos, ganhar jogos e acumular pontos”, encerrou.
Diário do Pará, 01/04/2026



Boa sorte q Deus abençoe te ilumine pra vc fazer a alegria dessa nação azul
Promissora a estreia desse rapaz….entrou e nos primeiros toques colocou o Pikachuva na cara do gol. Se.continuat mostrando essas qualidades.de.meia armador, Bueno q se cuide pois vai perder o lugar. Parece q enfim o Remo tem agora 2 jogadores para uma posição q nos atormentava há anos: meia armador.