Nos habituamos à perda dos melhores jogadores para clubes como Goiás (GO), Sport (PE), Juventude (RS), Ceará (CE) e Fortaleza (CE). Porém, com a vitrine da Série A, o Remo está agora experimentando o outro lado da moeda.
Assim, tirou desses clubes o atacante Jajá, o lateral-direito Matheus Alexandre, o atacante Gabriel Taliari, o zagueiro Marllon e o atacante Yago Pikachu, por exemplo. Caso se confirme, ainda virão o meia David Braga (Athletic-MG) e o lateral-esquerdo Mayk (Novorizontino-SP).
Por enquanto, o Leão só tem como atrativos a vitrine, o poder financeiro e a energia de sua imensa torcida. Falta um Centro de Treinamentos decente para condições de trabalho no padrão que a Série A exige.
Vingando a parceria com a Vale e cumprido o cronograma, o clube terá essa estrutura em 2027. Isso quer dizer que se o Remo conseguir se manter na Série A, será muito competitivo no mercado para a próxima temporada.
Vitrine
Com o poder da vitrine, o Remo conseguiu tirar do Novorizontino (SP) o lateral-esquerdo Mayk, eleito melhor da posição no disputado Campeonato Paulista. O atleta pertence ao Grêmio (RS) e teve o empréstimo transferido para o Leão, que está recebendo também o meia David Braga, principal “mentor” do Athletic (MG) desde o ano passado.
Desfalque e novidade
A má notícia no Remo é a lesão de Vitor Bueno na panturrilha. O núcleo médico do clube vai esclarecer o problema, que deve tirar o meia do jogo de quinta-feira (02/04) contra o Santos (SP).
Como chega em plena forma, Mayk deve assumir logo a titularidade na lateral-esquerda, como aconteceu com o camaronês Duplexe Tchamba na zaga, atualmente improvisado no corredor canhoto.
Coluna de Carlos Ferreira, O Liberal, 26/03/2026


