A derrota por 3 a 0 para o Flamengo (RJ), nesta quinta-feira (19/03), no Maracanã, acendeu o alerta máximo no Leão. Com o resultado, o time azulino terminou a 7ª rodada na “lanterna” da Série A do Brasileirão, mostrando que ainda há muitos desafios a serem superados sob o comando do técnico Léo Condé.
No primeiro tempo, o Remo conseguiu aproveitar suas limitações, mantendo organização defensiva e chegando com perigo em algumas ocasiões por meio de contra-ataques, principalmente com Alef Manga, que mostrou velocidade e criatividade.
Porém, aos 18 minutos, Léo Ortiz abriu o placar para o Flamengo (RJ) aproveitando a cobrança de escanteio de Arrascaeta, testando no canto do goleiro Marcelo Rangel.
No segundo tempo, a pressão aumentou. Aos 3 minutos, Samuel Lino ampliou após tabela com Jorginho, Pedro e Luiz Araújo – o chute ainda desviou na zaga, enganando Marcelo Rangel.
Poucos minutos depois, Luiz Araújo marcou o 3º gol, em jogada que começou com Samuel Lino, passou por Arrascaeta e contou com assistência de Pedro. O Remo não conseguiu responder e encerrou o jogo sem reação efetiva.
Perder para o Flamengo (RJ) no Maracanã estava dentro da lógica da competição, mas a análise vai além do resultado. O Leão não teve condição física para sustentar a estratégia que funcionou no primeiro tempo. Faltou intensidade, o time “pregou” e o banco de reservas não ofereceu resposta.
Na 4ª derrota no Brasileirão, sendo a 3ª consecutiva, o sistema defensivo voltou a expor fragilidades preocupantes. Mesmo sem falhas diretas nos gols, nem Marcelo Rangel conseguiu evitar o desgaste de uma defesa constantemente pressionada e pouco protegida.
Apesar de uma evolução tática visível ao comando de Léo Condé, os problemas persistem. O volante Patrick de Paula teve atuação abaixo, enquanto o meia Vitor Bueno foi o destaque da equipe.
O atacante Alef Manga segue sendo uma das principais válvulas de escape, mas sofre com a falta de apoio ofensivo. O zagueiro e capitão Marlon continua apresentando limitações físicas e a defesa tem dificuldade para suportar a pressão dos adversários.
A substituição do atacante Jajá pelo volante Patrick simbolizou um dos principais problemas do time – a queda de intensidade. Fora de forma e ainda sem ritmo ideal para a Série A, Patrick entrou mais pelo nome do que pelo desempenho, o que impactou diretamente na dinâmica da equipe.
O cenário se agrava ao considerar a sequência sob o comando de Léo Condé – derrotas para Fluminense (RJ), Coritiba (PR) e Flamengo (RJ). Há sinais de evolução entre os jogos, mas ainda sem reflexo em resultados e, no futebol, evolução sem pontuar pouco sustenta.
O Remo até conseguiu criar oportunidades, principalmente em contra-ataques, mas esbarrou na falta de eficiência para finalizar. Em uma competição de alto nível como a Série A, essa limitação cobra seu preço.
O alerta está ligado – o time mostra organização em momentos pontuais, mas precisa transformar desempenho em resultado com urgência para reagir e sair da zona de risco.
Diário Online, 20/03/2026



egg mano nao acredito que não tem ninguém incomodado dentro do Remo com essa vergonha q estamos passando na A, queria saber onde q esse Marlon é melhor q o Klaus, zagueiro fraco!, Marcelo Rangel não treina jogada aérea eu acho ele não sai nos escanteios e qnd sai pega o gol q levou contra o vitória, esse Patrick obeso e esse Zé welison pqp, cara que espetáculo de amadorismo, o Remo tá pagando pela vaidade, continuo com a convicção de que ter optado pela nao continuação do guto foi um erro, o Remo já tinha um perfil de jogo e um padrão AGR já se passaram 6 jogos e o que vemos é jogadores sem sangue sem vontade de vencer, esse Vitor Bueno já era pra ser banco os cara não treinam finalização, parece que jogam futebol americano só pode !