O técnico Léo Condé foi apresentado à imprensa nesta segunda-feira (09/03), depois de ver o Remo perder o título estadual no Mangueirão, no dia anterior. Na condição cômoda de espectador de luxo, ele preferiu a cautela à coragem, o que não foi um bom indicativo, mas o fato não invalidou a expectativa quanto ao trabalho no clube a partir de agora.
Caberá a Condé dar os passos necessários para reorganizar a rota na Série A do Brasileirão, após 4 jogos sem vitória – 1 derrota e 3 empates.
O primeiro desafio será nesta quinta-feira (12/03), em casa, diante do Fluminense (RJ), do técnico Luis Zubeldia e do meia paraense Paulo Henrique Ganso – um adversário de retrospecto poderoso e elenco qualificado.
Depois de 2 meses sob a direção caótica e medíocre de Juan Carlos Osorio, o Remo tem a oportunidade de recomeçar pelas vias normais.
Condé não é um técnico badalado, mas tem perfil operário e pragmático. Seus times jogam o chamado “feijão-com-arroz”, sem invenções. Talvez seja justamente o que o Remo precisa ter neste momento.
Abalado pelo fracasso após a vexatória participação no Campeonato Estadual, o time de Série A está em dívida como torcedor e precisa mostrar a que veio.
Antes, havia a justificativa de um trabalho desconexo, conduzido por um treinador atrapalhado. Agora, não há mais. Jogadores de rendimento pífio até aqui têm uma nova chance de provar que o investimento do clube não foi em vão.
Do pouco que viu em ação no clássico, Condé deve ter percebido que algumas peças precisam produzir mais. O meio-campo com Patrick de Paula, Leonel Picco e Vitor Bueno é bom no papel, mas ainda não deu liga.
O ataque tem sido quase inofensivo. Nas finais, não teve competência para furar o bloqueio defensivo de uma equipe de Série C. Alef Manga, João Pedro e Yago Pikachu carecem de jogadas construídas pelos meio-campistas, mas jogadores experientes devem ser mais ousados e inventivos.
Essas e muitas outras situações estão a esperar providências para que o Remo finalmente consiga desencantar no Brasileirão.
Léo Condé, que só começou a trabalhar na segunda-feira (09/03), tem pouco tempo para botar a casa em ordem. O desafio começa logo pela parada duríssima contra o Fluminense (RJ).
Fundamental a essa altura é Condé perceber a urgência de imprimir espirito de competição a um time que muitas vezes parece excessivamente “desplugado” e pouco comprometido com o resultado.
Diário do Pará, 11/03/2026



O final da reportagem já diz q os jogos como a mucura foram…o time não tava com vontade de vencer. Discordo q o meio do campo não deu liga…vimos contra o Atlético e Mirassol q o meio campo funciona sim, mas falta nesse meio campo o Zé do Japão, q junto com o É Picca pode proteger mais o meio e liberar o PKP e o Bueno. Qto ao ataque, o Portuga é nulo, o Manga não tem velocidade (ele devia ser centeoavante) e o Pikachu é jogador de segundo tempo. O Condó (do Fluminense) tem q arrumar o time no feijão com arroz sim, mas tb tem q dar incentivo e garra a esse time.
Vamos começar a Caminhada pra uma Boa Campanha na serie A, com uma Vitória em cima do fluminense, hoje em Belém.
Pra Cima Filho da Glória e do Triunfo.
Tonhão, tu és burro, amador, incompetente e todos os adjetivos pejorativos que se possa escrever. Primeiro, beijaste os pés do Marcos Braz quando contratou 2 jumentos para técnico e mais jogadores pés de rato¨Carlinhos, Panagiotis< Kauã, Freitas, Eduardo Melo, Curé e outros. Passagem mais de derrota do que vitórias, tudo isto sob a chancela do Tonhão, no Remo não existe nenhum gestor competente, que tenha competencia para fazer uma gestão esportiva de alto nível como no Palmeiras, Flamengo. Qual o efeito colateral que isto causa na torcida? ABORRECIMENTO, FRUSTRAÇÃO, CHATEAÇÃO…….. Uma junta governativa de gestores de sucesso poderia assumir o Remo neste descalabro que atormenta o FENOMENO AZUL…..
tem que testar o ataque com jaja, monte ou alef e nico vai ficar rapido e perigoso
Comments are closed.