O Remo volta a campo nesta quarta-feira (25/02) para enfrentar o Internacional (RS), em partida válida pela 4ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Desde a pré-temporada, a diretoria azulina determinou o Brasileirão seria a prioridade de 2026, mas para muitos torcedores, os jogos finais do Parazão contra o maior rival também já são motivos de ansiedade.
Na primeira fase da competição estadual houve um empate 1 a 1 no Re-Pa, um jogo onde o Paysandu foi superior na maior parte do tempo, surpreendendo um Leão que era apontado como favorito. No entanto, de lá para cá, muita coisa mudou. A equipe azulina que vem atuando é a mesma que joga a competição nacional contra os gaúchos.
Adotando “força máxima” em campo nas 2 últimas partidas, o técnico Juan Carlos Osorio não quer mais saber de uma equipe no Estadual e outra no Brasileirão. Será força máxima sempre! É assim que o time vai encarar os jogos contra Internacional (RS) e Paysandu.
Desde as quartas-de-final do Campeonato Paraense, quando enfrentou o Águia de Marabá, o Remo extinguiu a fase de testes. Osorio deu fim a um time no Parazão e outro no Brasileirão, passando a usar sempre o que tem de melhor a sua disposição, com alguns ajustes aqui e ali.
Ainda assim, o Leão encontrou dificuldades nas duas partidas, quando empatou com os marabaenses no tempo normal e se classificou apenas nas penalidades; depois, vencendo de virada o Cametá por 3 a 2, com 2 gols já nos momentos finais.
O lado bom é o poder de reação, a força mental e a tranquilidade que a equipe mostrou em momentos decisivos. O lado ruim é que um time de Série A, com um elenco de um nível bem maior, não deveria sofrer tanto de adversários tecnicamente mais fracos.
Mesmo com todas as dificuldades encontradas, os objetivos vêm sendo alcançados por enquanto. É o que ressaltou o volante Patrick de Paula, um dos melhores jogadores remistas desse começo de 2026.
“Acho que não podemos esquecer que agora a gente está na final do Campeonato Paraense contra o nosso maior rival. Então, temos que ressaltar isso, que nossa vitória de ontem (domingo) foi muito importante. Então, o começo de semana vai ser brilhante”, disse.
Diário do Pará, 24/02/2026



O REMO TEM A OBRIGAÇÃO DE GANHAR ESTE TÍTULO PARAENSE QUE SERÁ O DE NÚMERO 49, A mucura falida tem 50, ABSURDO FICAR ATRÁS DELA.
Infelizmente para o Remo, apesar da mucura ta na C, em baixa, sempre é um campeonato a parte e nenhum….NENHUM…remista quer perder para a mucura…nem no botão. Então o Ozônio vai ter q botar o time principal tb contra os 2 jogos da mucura e da uma sova nela, senão a batata vai assar para o lado dele. O tempo de poupar os jogadores era nas fases anteriores do Parazinho.
Precisamos desse Título Paraense e a hora é agora,não podemos deixar de ganhar.A Série A pode esperar um pouco mais.
Esses comentaristas/redatores dessas matérias parecem que possuem videiras e não tem visão de um futebol com mais amplitude. Insistem na teoria, que não acontece na prática ma maioria dos estaduais, de que um time com plantel de série ou que joga na na A, tem que vencer com facilidade nos estaduais os times com planteis mais baratos ou que jogaram séries msis baixas B ou C. A realidade é outra e não existe, pois os maiores estão com seus times em formação, por vezes jogam em campos ruins, frequentemente o time menor se empenha mais contra os grandes e joga “a partida da vida”, jogando nos seus domínios tem sua torcida e conhece os macetes do campo, enfim são vários fatores que aumentam a dificuldade dos grandes que não tem jogo fácil. Exemplos: na semifinal do campeonato paulista, Novohorizontino 2×1 Santos; Portuguesa 1×1 Corinthians(venceu nos pênaltis). No paranaense Londrina x Operário-PR fazem a final, o primeiro eliminou o Athletico-PR, o segundo o Coritiba. No gaúcho o Grêmio foi para final nos pênaltis depois de dois empates com o Juventude em 1×1. No campeonato mineiro o Atlético-MG empatou no primeiro jogo da semifinal com o América-MG, 1×1. No goiano Anapolina 2×2 Goiás, na primeira partida da semifinal. Mas, aqui a imprensa e a torcida desavisada critica, de forma extrema, o tempo todo o Remo, só o Remo, exigindo que o time seja “um rolo compressor ” e vença com facilidade todos os jogos do estaduais. Impressionante o nível de desconhecimento desses críticos.
Boa colocação Jamil….É a mais pura verdade….
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