A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) pretende colocar em discussão uma possível mudança estrutural no Campeonato Brasileiro, com a redução do número de clubes rebaixados e promovidos entre as Séries A e B.
O assunto foi apresentado a dirigentes de clubes da Série B durante reunião realizada nesta quinta-feira (05/02) e deve ganhar espaço nas próximas agendas da entidade.
A proposta já vinha sendo debatida de forma informal por alguns dirigentes da elite do futebol nacional nos últimos anos e chegou a ser mencionada em reuniões anteriores, ainda na gestão do então presidente Ednaldo Rodrigues.
Agora, sob a administração de Samir Xaud, eleito em maio do ano passado, a CBF sinalizou que pretende aprofundar os estudos e discutir o assunto de forma mais concreta com os clubes.
Entre as ideias defendidas por parte dos dirigentes está a redução de 4 para 3 clubes rebaixados na Série A. Caso a mudança seja aprovada, o acesso da Série B para a elite também passaria a ser de 3 equipes. Até o momento, não há calendário definido para novas reuniões e nem previsão para uma eventual implementação da mudança.
O formato atual do Brasileirão está em vigor há 2 décadas. Em 2003, primeiro ano dos pontos corridos, apenas 2 clubes foram rebaixados. A partir de 2004, passou-se a adotar a queda de 4 equipes por temporada. Desde 2006, a Série A é disputada por 20 clubes.
Além do debate sobre rebaixamento e acesso, a CBF também pretende discutir outras pautas que geram divergência entre clubes e torcedores. Entre elas estão o uso de gramado sintético nos estádios brasileiros e a possível redução no limite de jogadores estrangeiros relacionados por partida. Atualmente, cada equipe pode inscrever até 9 atletas estrangeiros por jogo, número que alguns dirigentes defendem reduzir sob o argumento de estimular a formação de jovens jogadores no país.
Roma News, 06/02/2026



Um cidadão desses, daqui da região norte. Salvo engano, com um de seus vices também do norte, daqui do Pará, devem saber da dificuldade de um clube do norte chegar na série A. Ao invés de trabalhar para diminuir essa dificuldade, trabalham com projetos para aumentar a dificuldade. Os caras se promovem por aqui, ganham espaço e quando chegam em uma função onde podem prestigiar a região, passam a fazer o jogo dos clubes do sul e sudeste. A série B, salvo engano, vai modificar o modelo. Classifica até sexto colocado, mas somente os dois primeiros tem acesso direto. Do terceiro ao sexto terá um mata-mata. Se isso fosse aplicado no ano passado, somente Coritiba e Athletico Paranaense entrariam direto, Chapecoense, Remo, Goiás e Novohorizontino iriam para o mata-mata, ou seja a melhor campanha deixa de ser prestigiada e não vai valer. A pergunta é: porque vão alterar o que está funcionando direito? Agora essa de rebaixamento somente para três.
O próximo passo é fazer um mata-mata entre um rebaixado da Série A contra um time que conseguiu o acesso na Série B, para tentar deixar A na A e B na B. Captou?
Querem blindar o G12, pra eles ficarem mais ricos e estruturados, para os que subirem da B para a elite não conseguirem se manter e caiam logo no ano seguinte ao acesso.
Como os clubes de fora do G12 estão crescendo, sabendo trabalhar com o que ganham e melhorando suas estruturas, competindo até nas negociações de jogadores, os “grandes” estão se apertando!
Eles são “espertos”. Um monte de clube grande em “contagem regressiva” pra quebrar. Estão se agarrando em tudo quanto é “acordo” e isso aí é pra aliviar eles…