O Remo ultrapassou, na última semana, a marca de 5 mil sócios-torcedores após o lançamento do novo programa “Fenômeno Azul”. Com o clube disputando a Série A do Campeonato Brasileiro, a diretoria azulina estuda uma medida inédita no futebol paraense – conceder direito a voto nas eleições.
Em meio à preparação para a disputa da elite nacional, o Remo trabalha para ampliar a participação do torcedor na vida política do clube e o presidente do Conselho Deliberativo (Condel), Fábio Bentes, confirmou que a proposta será levada para Assembleia Geral, ainda sem data definida, onde será debatida e avaliada.
Bentes detalhou a ideia e explicou os possíveis impactos positivos da medida, que implicaria na mudança do estatuto do clube.
“Acho interessante a proposta do sócio-torcedor votar, pois isso ajudaria a fidelizar o torcedor ao programa. Existe também o espírito comercial, já que estimula o associado a manter as mensalidades em dia por mais tempo e a participar da vida política do clube, mas isso precisa estar bem amarrado, com critérios claros. Não pode ser feito de qualquer jeito”, afirmou.
Entre os critérios em discussão, está o tempo mínimo de adesão ao programa. Para ter direito a voto, o sócio-torcedor precisaria estar adimplente de forma ininterrupta por pelo menos 2 anos, além de pertencer a categorias equivalentes aos planos “Sócio Rei”, que dá acesso ao setor de arquibancada, ou “Maior do Norte”, que permite o ingresso ao setor de cadeiras.
Outras situações ainda podem ser incluídas nos critérios de votação e tudo isso está sendo estudado.
Atualmente, o Remo conta com 5.470 sócios-torcedores adimplentes. Parte deles possui acesso aos jogos como mandante, enquanto outros usufruem apenas da rede de vantagens, além de sorteios e experiências promovidas pela empresa responsável pela gestão do programa.
Na última eleição presidencial do clube, realizada em novembro de 2023, o Remo informou que 3.367 sócios – entre remidos e proprietários – estavam aptos a votar. Na ocasião, Antônio Carlos Teixeira foi eleito presidente azulino.
A próxima eleição ocorrerá no final desta temporada e Tonhão já afirmou que não irá se candidatar.
O Liberal.com, 13/01/2026



Isso sim seria democracia, além lógico de fidelizar o socio-torcedor para queres que realmente são remistas e não apenas arroz de festa. Acho até q o mínimo de adiplencia deveria ser maior 3 anos ( tempo do mandato do presidente ) e restrito inicialmente aos planos mais caros como projeto piloto
As condicionantes ainda estão em fase de estudo.
A adiplencia de no mínimo 2 anos, está excelente, e incluir também, os ferinhas, fiéis, acompanhado dos responsáveis, uma maneira de fidelização do garoto desde pequeno.
Ferinha é menor de idade.
Não tem direito a voto.
5 mil sócios ainda é pouco para um time de elite. Eu acrescentaria neste estatuto o direito da torcida azulina a também ter direito de voto pois é a torcida que banca o clube o sócio torcedor colabora com uma parcela menor em comparação à torcida…..
Como faria esse controle?
O cara chega na hora e se cantar o hino sem errar ele entra?
A VOTAÇÃO SERIA IGUAL AO VOTO PARA DEPITADO, SENADOR, PRESIDENTE, É SO APRESENTAR O RG ENTRAR NA CABINE E DIGITAR O NÚMERO DO CANDIDATO, MUITO SIMPLES.
kkkkkkk
Sou contrário ao voto de torcedor,acho que vai haver compras de votos ou alguma forma de influenciar os torcedores comuns com algum tipo de vantagem ,na verdade acho que o futuro dos clubes é virar empresa (SAF)e sair das mãos de dirigentes mafiosos e inresponsaveis como já passaram alguns na presidência remista,como Zeca pirão e outros pilantras que quase vendem o estádio Evandro Almeida.
Esta ideia de sócio torcedor adimplente ter direito a voto pode elevar a quantidade de sócio torcedor a 20.000 ou mais adimplentes, então deverá ter um limite na quantidade de sócio torcedor com direito ao voto para Presidente do Clube.
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