Meia chegou valorizado após passagem pelo Athletic-MG, mas ainda não conseguiu sequência como titular; vínculo garante permanência no planejamento da próxima temporada.
Da redação do Remo 100%
Contratado pelo Remo depois de ganhar destaque com o Athletic (MG), David Braga chegou ao Baenão como uma opção para aumentar a criatividade do meio-campo azulino. A adaptação à Série A, porém, ainda não resultou em uma sequência maior dentro da equipe.
Aos 24 anos, o meia participou de 13 partidas pelo Remo. De acordo com levantamento apresentado pelo jornalista Carlos Ferreira, de O Liberal, o maior período de David em campo em uma mesma partida foi de 72 minutos, contra o Grêmio (RS), em Porto Alegre (RS).
Mesmo com a utilização ainda limitada, David Braga faz parte do grupo de jogadores que já possuem vínculo com o Remo para a próxima temporada. O contrato do meia vai até dezembro de 2027.
Busca por espaço
Na avaliação de Carlos Ferreira, David possui qualidade técnica, mas ainda encontra dificuldades para acompanhar a intensidade exigida pela Série A.
O meia chegou ao Remo depois de se destacar em uma divisão inferior e passou a enfrentar uma concorrência maior por espaço no elenco durante a temporada.
A pausa provocada pela Data Fifa abre agora uma nova oportunidade. Thiago Carpini ganhou um período sem partidas para observar características individuais do grupo e trabalhar alternativas para a reta final do Campeonato Brasileiro.
David Braga está entre os jogadores que podem tentar aproveitar esse período para aumentar a participação na equipe.
O cenário também tem reflexos no planejamento de 2027. O meia é um dos nove jogadores do atual elenco profissional que possuem contrato para além do fim desta temporada.
Antes de qualquer definição sobre o próximo ano, porém, o foco está nas dez partidas restantes do Campeonato Brasileiro.
O Remo volta a campo no dia 07/10, contra o Grêmio (RS), no Mangueirão, e David terá mais uma oportunidade de buscar espaço nas opções de Thiago Carpini para a reta final.
Com informações da coluna de Carlos Ferreira, de O Liberal.


