Leão aumentou o volume ofensivo contra o Internacional-RS, mas acertou somente 3 das 12 finalizações.
Da redação do Remo 100%, em 18/08/2026
O empate conquistado nos acréscimos contra o Internacional (RS) mostrou a capacidade de reação do Remo, mas também expôs um problema recorrente – a dificuldade para transformar volume ofensivo em oportunidades claras e gols.
O Leão terminou a partida com 12 finalizações, uma a mais que o adversário. Porém, apenas 3 tentativas azulinas foram na direção do gol defendido por Matheus Cunha.
A diferença entre quantidade e qualidade ajuda a explicar por que o empate somente apareceu aos 49 minutos do segundo tempo, em uma cobrança de falta de Vitor Bueno que desviou em Alerrandro.
Remo apresenta duas versões
O gol de Carbonero, aos 2 minutos, afetou o planejamento de Léo Condé. O Remo encontrou dificuldades para controlar a movimentação ofensiva do Internacional (RS) e demorou a transformar a posse de bola em jogadas perigosas.
Na primeira etapa, foram 5 finalizações azulinas, mas apenas 1 no alvo. O time gaúcho chutou 7 vezes e criou as melhores oportunidades antes do intervalo.
Condé reagiu com duas mudanças – o meia Vitor Bueno substituiu o volante Leonel Picco, enquanto o atacante Galeano entrou no lugar do lateral-direito Marcelinho. As alterações deixaram o time mais ofensivo e melhoraram a circulação da bola.
Na etapa final, o Remo finalizou outras 7 vezes e passou a ocupar com maior frequência o campo adversário. Vitor Bueno tornou-se a principal referência criativa, com 3 chutes, sendo 2 na direção do gol, além de uma grande oportunidade construída para Duplexe Tchamba.
Adversário manteve o Remo vivo
Se o Leão pecou na precisão, o Internacional (RS) também desperdiçou oportunidades para definir o confronto. O time gaúcho criou 3 chances consideradas claras, contra 1 do Remo, mas não conseguiu ampliar a vantagem.
Carbonero teve a melhor delas ao receber livre dentro da área. Marcelo Rangel saiu para diminuir o espaço, e a finalização do colombiano terminou fora, após desvio do goleiro azulino.
A falta de eficiência do adversário manteve o Remo na partida até a cobrança decisiva de Vitor Bueno.
O desempenho no Beira-Rio deixou um caminho para Léo Condé – reproduzir desde o início a postura mais participativa apresentada no segundo tempo. Para isso, será necessário aumentar a qualidade das conclusões e preservar o equilíbrio defensivo quando a equipe avançar suas linhas.
Com informações de Diário Online.



Ele tem que parar de entrar com 3 volantes de contenção e entrar com um meia de criação,quem sai ?Isso é problema dele.Entrar defensivo demais dá chances para o adversário sempre sair na frente!